terça-feira, 27 de abril de 2010
Planeta Terra
quinta-feira, 4 de março de 2010
Resposta a John
Oi John. "Mais um dia, brother".
Sua pergunta me fez refletir no peso de minha resposta.
Escrevi que "A ansiedade é a angústia de não se ter o controle." http://grupomaos.blogspot.com/2008/10/plulas-para-ansiedade.html
O melhor medicamento para essa sua ansiedade é composto de uma pitadinha de raiva, muita informação, honestidade com você mesmo e muita atividade.
A ansiedade é um produto da mente. Ela joga contra você um monte de "vontades", "pensamentos", justificativas" para que você ceda. Para te derrotar. A mente, quando toma o controle é a verdadeira inimiga.
O Einstein, que era um crânio, dizia que só entendia tudo que entendia porque ouvia o coração e não a mente.
A mente é aquele diabinho dos desenhos animados... ele quer mesmo é te f*der.

Quanto mais informação você tiver sobre essa “ansiedade” que te atinge, quanto mais souber os efeitos que a abstinência exerce sobre o corpo, melhor você vai entender as armadilhas da mente. É tudo armadilha! É como você estar ansioso por um telefonema e ficar pegando o celular o tempo todo “para ver as horas”. Ou estar com fome e abrir a geladeira “só para tomar água”... Você percebe que a ansiedade está chegando e entende bem porque ela aparece, não é mesmo?!
A pitada de raiva é para você aceitar que dentro de você, de mim, dos amigos, de todo mundo, existem idéias, pensamentos, vontades que às vezes são uma merda. Que você até meio que já sabe que num prestam. A raiva é para lutar contra isso. Para dizer pra mente “é filha da p*ta, ta querendo me destruir né?! Não vou cair nessa, vou pensar em outras coisas.”
A honestidade consigo mesmo é parte deste remédio forte contra a ansiedade porque não vai permitir que a mente – que MENTE – te engane. É ser franco com suas ansiedades. Falando a verdade pra gente, podemos nos dizer verdades que às vezes incomodam, mas que sempre são boas.
E a muita atividade é receita da minha avó (da avó de todo mundo) que dizia que “mente vazia, oficina do diabo”. A gente sofre mais de ansiedade quando ta meio que “esperando”, “sem nada pra fazer” ou numa situação que sempre nos levou a um tipo de comportamento. Se ocupar, principalmente de algo que distraia a mente, afinal, é ela que devemos derrotar, é um ótimo analgésico para a ansiedade.
Tem dias que a ansiedade é tão grande que você liga a TV sem querer ver nada. Liga o rádio sem querer ouvir nada. Aí começa a fazer algo e para na metade... JAMAIS DESISTA. Uma hora você vai achar coisas saudáveis que realmente distraem e ocupam.
Lembre-se sempre de como seu corpo e mente reagem quando se sente ansioso. Seja honesto contigo sobre as razões desta ansiedade. Sinta raiva da situação. Detone todos os pensamentos geradores desta ansiedade e permaneça firme. O maior remédio, o mais poderoso, sempre vai ser o amor que você sente por você e o que recebe e dá aos outros. Sempre.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
sábado, 16 de janeiro de 2010
HAITI - GRUPO MÃOS
O CAMINHÃO TRANSPORTANDO ESSAS 6 TONELADAS CHEGOU AO RIO DE JANEIRO, PARA SER EMBARCADO NO AVIÃO DA FAB NA QUINTA-FEIRA (14/01/2010) RUMO AO HAITI.
AGRADECEMOS À TODAS AS PESSOAS, EMPRESAS E INSTITUIÇÕES QUE COLABORARAM PARA QUE ESTE GESTO DE AJUDA HUMANITÁRIA PUDESSE SER REALIZADO.
OBRIGADO.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Um Mundo ao seu Redor
Se você parar de “não pensar” por cinco segundos e se concentrar nos sons (ou no silencio) à sua volta vai começar a perceber uma sensação estranha em seu corpo. Sua mente e seu peito se transformarão sutilmente em antenas receptoras e o que parecia apenas barulho e vazio vai ser descoberto dentro de você como energia!
O mundo é bem pequeno como dizem por aí. Principalmente quando você cruza pessoas que já conhece, em lugares inusitados.
O mundo é gigantesco como dizem por aí. Principalmente quando você para de sentir a dor da fome e da miséria de crianças no coração da África ou longe daqui.
O mundo não está a um clic de distância. O mundo não está nos quarenta e oito canais de sua tv a cabo.
O mundo está ao seu redor. Na sua frente. Atrás de você. Ao seu lado. No ar quando você respira. Na água quando você mergulha. Sobre sua cabeça. Embaixo dos seus sapatos...
Tire-os de vez em quando e sinta o mundo sob seus pés.
Fala-se tanto sobre vida extraterrestre, acreditando ou não, que chegamos num ponto em que todos, ou quase todos, agem como se fossem alienígenas, abandonados em um planeta desconhecido, onde foram esquecidos outros seres interplanetários que também estão perdidos e não sabem o que fazer. Parece que o planeta Terra não é nosso e que o mundo é apenas um repolho.
Então você faz silencio, se concentra e começa a sentir a pulsação do planeta dentro de você. Isso significa que o mundo não lhe é estranho. É seu. Os outros seres não são estranhos, aliás, você até começa a enxergá-los a sua volta e não mais tropeçar neles rua afora. Começa a prestar atenção nos seres estranhos que habitam sua casa. Até percebe que quem tem agido estranho é você e que eles são terráqueos, como você.
Não percebemos isso antes, porque damos clics demais, vivendo uma ilusão através do controle remoto.
Um mundo dentro de nós. Em uma respiração! Quem diria?
Isso sim é conexão banda larga!
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Feira Cultural - Colaboração Grupo Mãos

A EMEF Antonio Fenólio desenvolveu em 2009 um projeto de Sustentabilidade cujos resultados poderão ser apreciados na nossa Feria Cultural de 2009 que se realizará no dia 28 de novembro (próximo sábado) a partir das 11h30min, conforme convite
Vale ressaltar que o projeto foi idealizado pelo corpo docente e diretivo da Comunidade Escolar com apoio dos voluntários da ONG Grupo Mãos, mas que teve como principais protagonistas os alunos, matriculados tanto no Ensino Fundamental (6º, 7º, 8º e 9º anos) quanto na EJA, pois é assim que entendemos que devem ser desenvolvidos os projetos escolares.
terça-feira, 27 de outubro de 2009
JOGO DOS ERROS

segunda-feira, 26 de outubro de 2009
HALL DA FAMA - NOBEL DA PAZ - BARACK OBAMA - GRUPO MÃOS*


* "os motivos que levaram a premiação de Barack Obama só existem no mundo encantado Grupo Mãos - infelizmente"
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Todo dia, sem pular nenhum!
Em se tratando de mudar as coisas, meu telefone nunca toca. O e-mail nunca chega. Então busco em músicas a energia necessária para não deixar de acreditar, para não mergulhar no desânimo e na preguiça. E de punhos cerrados eu choro. Choro escondido, choro contido e em silêncio, afinal, ninguém por aqui vai entender.
Desde pequeno escuto cantarem e recitarem que “ELES” querem nos emburrecer, querem nos manter ignorantes, querem nossa covardia e preguiça.
Eles conseguiram, não?
É o que eles recebem de nós, ao sabor de todo tipo de vício e ambição. Não tenho um amigo sequer que não esteja mais preocupado com a carreira. Não tenho um amigo sequer que converse comigo sobre sonhos de mudança e melhoria do mundo, nem que esteja interessado em ouvir os meus. Minhas humildes idéias cada vez mais se afogam dentro da minha própria angústia. Com promessas de que com calma as coisas podem acontecer. Que tudo começou assim, solitário e pequenino. Com promessas. Toda história do mundo mostrou que as pessoas se uniram diante um inimigo comum.
Não tem uma pessoa sequer que não fale do inimigo, sem ao menos enxergar quem ele é. E está aí, todo dia estampado nas bancas de jornal e não o reconhecem. E meu telefone não toca, nem chega e-mail algum. Os e-mails que eu mando não são respondidos. Os telefonemas que faço, não atendem, não entendem. Unir-me a quem, então? Se eu começar e levantar primeiro, não vou conseguir nada sozinho... Será que haverá alguém comigo? Será que há quem espere o telefone tocar ou o e-mail chegar, também?
Então é necessário seguir. É preciso acreditar. É preciso buscar forças onde elas estejam para entender que a vida não é a busca por carreira ou por um lugar ao sol. Que não se deve acordar todos os dias para se ter um futuro tranqüilo. A vida busca a batalha. A luta por um mundo melhor não só para si mesmo, mas para todos que nele habitam. Busca a chuva não o sol, busca a dor, não o conforto. Busca o sangue e as lágrimas que lutam pela própria terra, pelo próprio povo e pelo mundo sem diferenças, nem tristezas. Que busca a mudança que a divina luz almeja. Que busca o amor sobre o dinheiro, o sexo, os vícios e o futuro. Não há maior sucesso que se doar pela igualdade, pela verdade e pela vitória diante do que for ganância, egoísmo e opressão.
Seremos todos bem sucedidos numa terra fracassada. O melhor dos piores entre um povo que não reage, não luta nem grita. Não perde um dia de trabalho, nem tem coragem de se fazer respeitar. São bois com as faces coladas uns nos traseiros dos outros, sem ver o verdadeiro caminho, acreditando que há um líder lá na frente e outros na retaguarda, sem perceber que andam em círculos enquanto a própria força é usurpada para gerar o que “ELES” desejam.
sexta-feira, 26 de junho de 2009
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Mais um Projeto Grupo Mãos
Projeto de Educação Ambiental com Sustentabilidade
A escola é o espaço social e o local onde o aluno dará seqüência ao seu processo de socialização. O que nela se faz se diz e se valoriza representa um exemplo daquilo que a sociedade deseja e aprova. Comportamentos ambientalmente corretos devem ser aprendidos na prática, no cotidiano da vida escolar, contribuindo para a formação de cidadãos responsáveis.
O método utilizado pelo Programa de Educação Ambiental para desenvolver os projetos e a capacitação de professores conjuga os princípios gerais básicos da Educação Ambiental (Smith, apud Sato, 1995).
Após a Conferencia de Belgrado em 1975, a UNESCO definiu as seguintes finalidades para a educação ambiental:
"Formar uma população mundial consciente e preocupada com o ambiente e com os problemas com ele relacionados, uma população que tenha conhecimento, competências, estado de espírito, motivações e sentido de empenhamento que lhe permitam trabalhar individualmente e coletivamente para resolver os problemas atuais, e para impedir que eles se repitam”.
Para atender cada uma destas finalidades seqüenciais, estima-se subdividir as ações em etapas, focando a geração, tratamento e disposição final de resíduos.
A geração de lixo está diretamente ligada ao educando e é um meio visível de acompanhamento e apresentação de melhorias. Tais resultados positivos visam estimular o educando a transcender os limites da escola e desempenhar o mesmo papel dentro de sua comunidade.
Este Projeto iniciará em agosto de 2009 no Taboão da Serra.
Será divido em 10 etapas, torcemos para que dê certo e que possa ano que vem ser aplicado nas demais escolas da Cidade.
Ele foi escrito por Felipe Melloso, membro diretor da ONG GVM - Grupo Voluntário Mãos.
terça-feira, 26 de maio de 2009
Encare-se
Vá além do seu reflexo, além do cabelo que não acordou de bom humor hoje e da espinha que resolveu inflamar no dia daquele encontro.
O que você vê? Descreva-se.
Descreva-se com todas suas qualidades, e principalmente com todos os seus defeitos, e com toda a sinceridade, você está fazendo isso para você. Ultrapasse a barreira dos defeitos “aceitáveis”.
O que você vê? Achou seus erros?
Encare-os, como se fossem seu reflexo. Você tem vários sentimentos que não te acrescentam em nada, que não ajudam em nada, que não te fazem ir para frente. Está vendo? Não é bonito, tenho certeza.
Encare-os, e analise-os. Analise todas as situações onde esses sentimentos te levaram a cometer algum erro. Algum erro de julgamento, algum erro de atitude, alguma briga, alguma fofoca, algum desentendimento. Sentimentos que te levaram a fugir adotando posturas que mesmo sem saber te sufocam, que escondem um outro Eu, o verdadeiro Eu, escondido atrás disso tudo e que hoje você não vê no seu reflexo. Destrinche cada situação e veja o que te levou àquela decisão. Achou? Foi a inveja, o ciúme, o medo, a solidão, a preguiça, a raiva, o ego? Foi o querer ser aceito tornando-se o que os outros gostariam que você fosse? Foi a falta de pensar antes de falar? Foi o intrometer-se para sentir-se importante? Ache a causa, a verdadeira causa. Não floreie, não embeleze, não busque desculpas para justificar o erro, não se engane.

Não é bom, dói. Dói ver os erros, dói ver que somos tomados por sentimentos pequenos, que somos piores do que imaginamos ser, que somos como aqueles que julgamos.
O que você ganhou fazendo isso? Na hora, você pode ter se sentido bem, mas e depois? E a conseqüência?
A conseqüência só é vista depois dessa análise, senão, vive-se no erro, pois acredita-se ser o certo. E por que fazer uma análise assim se viver na ignorância é confortável?
O que sobrou de bom realmente de tudo isso? Para que passar por tudo isso se depois de se encarar nota-se que foi tudo para satisfazer o ego, ou para fugir de algo?
Confrontar essa verdade, sua verdade, não é fácil. Mas fácil viver no erro fingindo não conhecê-lo. Ver que passou parte da vida se enganando machuca e enxergar que se tornou uma pessoa diferente do que realmente é dói. Uma dor como se algo se quebrasse dentro de você, um castelo de areia que tomba.
Encarar-se e enxergar-se quebra muita coisa, quebra a casca. A casca do erro que vai se acumulando, a crosta dos sentimentos mesquinhos que te aprisionam. É ver que parte da sua vida foi desperdiçada por coisas sem importância. Passou e nada de realmente bom ficou.
Olhar para dentro e ver tudo isso para poder tirar a casca. Liberta-se e descobrir seu verdadeiro eu. O Eu que sabe que ainda erra, mas que vê o erro, e passa a evitá-lo. O Eu que sabe que fugiu de sentimentos enraizados com atitudes contrárias a sua real personalidade. O Eu que quer deixar para trás o fútil, o inútil, a preguiça, o medo. Encontrar o Eu que vive plenamente, satisfeito, inteiro. Sem cascas, sem máscaras, sem pose.
O Eu que se ama, e sabe como amar as pessoas a volta.
Depois da dor, sente-se vivo. Sentir que se pode viver, sendo exatamente como você é, com todas as qualidades e todos os seus defeitos. Sem vergonha de ser o que é, sem vergonha de admitir o tropeço e a queda, sem medo de levantar e mudar, sem procurar um culpado, sem querer se ajustar para fazer parte, mas fazer parte pelo que é. Sem rótulos, sem posturas.
Olhar para trás para ir em frente de uma forma diferente, em paz e completo, e não desperdiçar mais a vida. Viver a vida plenamente, com você mesmo. Por que ser pequeno, se é possível ser grande?
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Eu...
As perguntas clássicas:
De onde vim? Por que sinto que existe uma câmera me filmando 24hs por dia? Será que todos a minha volta sentem o mesmo que eu? Por que me sinto num Show de Truman? Por que estamos aqui, vivendo? Qual o objetivo de tudo isso?
Respondê-las? Impossível. Tentar entende-las? É mais fácil, mas para isso comecemos pelo “você”.
Quem é você? O que você faz por você , pelos outros? Qual seu objetivo? Você filma a vida 24hs por dia e depois vai assisti-la em seu dvd mental? Você é o protagonista com todas as palavras, PROTAGONISTA, do seu filme de vida?
Não, você vive querendo respostas, perde um enorme tempo cobrando respostas, e não gasta nem um minuto se respondendo sobre si. Perde tempo querendo ver o além que não entende e nem conhece, ainda, perde tempo querendo descobrir o que não descobriu em si, ai perde tempo e se perde! 
O protagonista “eu” existe e tem um papel dentro do enorme cenário a nossa volta, qual seu roteiro?
Eu, sempre para todos e tudo, o impossível, visível o invencível.
Eu, cantante, persistente, amante, amado e gerado.
Eu, brilhante, extraterrestre, da terra, da vida do universo.
Eu, o único, sem cópias, sem dores, sem medos, sofrimentos e com caminhos a serem seguidos ou simplesmente olhados..
Eu, que faz, que luta, que chora, que se decepciona, que se regenera que se reinventa.
Eu, em todas as situações, em todas as circunstâncias em tudo que vejo e sinto.
Eu, naquele que amo, naquele que não gosta de mim, eu em mim mesmo.
Eu, adulto, criança, Peter Pan, Joana D'Arc, Willian Walace ou Tito Pulo.
Eu, vivendo, crescendo, desenvolvendo, imaginando e criando.
Eu, dando valor, vendo o valor, criando o meu valor e me valorizando.
Eu, em projetos, na cama, dormindo, correndo, comendo e acordando.
Eu, casado, com amigos, sozinho, no trabalho, na praia, na montanha, na paisagem, na minha página.
Eu, enxergando, o certo o errado,arrumando, caindo e levantando.
Eu, que erro e acerto, que vai e volta, confunde mas acerta.
Eu, existindo, fazendo existir, tendo sonhos, os meus e os do mundo.
Eu, com musica, com trilha sonora, com a minha trilha sonora a preferida a mais bem tocada.
Eu, que sente, que sabe, que finge não ver, que usa peneira sem rede.
Eu, que pode o tudo que quiser,que entende se quiser, que faz quando quer.
Eu, querendo o novo, querendo o mundo, querendo respirar, querendo ver o bom num lugar rodeado por mal.
Eu, mudando o mundo, mudando a vida, mudando o sentido e dando sentido.
Eu, pra mim, pra você e para todo o resto.
Eu, aqui, agora, neste minuto sem tempo perdido.
Eu, o ser humano vivo, completo, único que existe e quer fazer uma mudança geral.
Eu, que sei quem sou, que não te conhece, mas te entende, que aceita ajuda e que vai transformar.
Eu estou aqui e você onde está?
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Waldez Ludwig
Nos faz refletir sobre nossa postura diante nossos trabalhos.
sexta-feira, 17 de abril de 2009
VIDEO - A História das Coisas
Esse video tem uma abordagem simples e nos faz refletir sobre uma série assuntos, inclusive, abordados neste blog.
Bom feriado!
segunda-feira, 13 de abril de 2009
O que vale mais?
Daqui algumas semanas, não será diferente: Aqui em São Paulo, a Avenida Paulista será tomada pela torcida campeã paulista. Tomara que não depredem nada desta vez.
Nos jornais vemos aquela foto panorâmica mostrando a multidão...
Ou então quando o Corinthians foi rebaixado e a torcida foi até a sede do Clube cobrar por mais amor ao time, pelo fim da bagunça... Os dirigentes com medo, tudo escondido.
Lembrei-me também quando o Ayrton Senna foi enterrado. Nossa, eu estava na escola e foi colocada uma televisão no pátio para que víssemos. Aquilo foi indescritível. Cada 10 metros de trajeto estava repleto de pessoas prestando suas homenagens, dando honras ao fantástico esportista. Lembro que eu chorei de emoção... Ficava aquela musiquinha da vitória sendo tocada num pianinho sentido, quase um choro. Milhares de pessoas...
Quantas pessoas perderam o emprego por estarem lá? Será que as namoradas romperam os namoros? A manicure ficou indignada por não terem comparecido no horário marcado?
O que faz do esporte algo mais importante que nosso próprio futuro? Nossas vidas em sociedade? Será que o centro de Porto Alegre, a Avenida Paulista, o Portão do Corinthians, ou cada 10 metros de Brasil, não verão nesta nova década uma reunião popular que esteja ali para exigir mudanças no modo de vida, na conduta ética, moral e política da nossa sociedade? Que esteja mobilizada em honra a toda uma nação e não só por interesses de uma classe só, ou movidos a dinheiro?
Será que a corrupção precisa fazer centenário? Será que as falcatruas judiciárias precisam ganhar o Campeonato Paulista?
Se hoje, nós do Grupo Mãos convocássemos uma manifestação, onde quer vocês residam, para ir as ruas trajando uma cor de roupa, contra a corrupção ou exigindo a mudança de mentalidade do lado egoísta do nosso povo, alguém iria???? ALGUÉM IRIA?
Pro carnaval de rua, eu sei que iriam!

O que, dentro da cultura de um povo, nos faz acreditar que podemos nos unir para festas e não podemos nos unir para mudanças? O que, na cabeça de nós todos, nos faz viver sob a tradição de que nada pode ser mudado? O que já foi tentado mudar e que não mudou? Diga-me por quem e me diga quando! Todos os movimentos populares da história da humanidade levaram o tempo que foi necessário, mas SEMPRE aconteceram! Toda tirania caiu. Toda dominação caiu. Toda mentira. Toda ocupação. Toda exploração. Todo terror... Sucumbiu diante de uma mobilização popular genuína. Algumas levaram gerações, outras apenas meses, mas 100% delas aconteceram!
O quê, dentro de você, te faz achar que é um monte de medo e solidão, de covardia e apatia, que cola sua bunda na cadeira enquanto é época de se levantar?
Não venha concordar comigo! Quero saber a tua resposta!
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Você tem, e dai?
Quem não se lembra dessa propaganda de produtos escolares com personagens da Disney, vinculada há alguns anos? Famosa pela frase que se espalhou com rapidez e pelas dores de cabeça que alguns pais enfrentaram nas papelarias com os filhos implorando pelos produtos.
A propaganda foi tirada do ar.
Mas, e essa frase: “Eu tenho, você não tem!!!”?
Essa frase deixou explicito, numa brincadeira de criança na escola, uma vontade reprimida pela grande maioria das pessoas. O verdadeiro motivo do “ter”.
Hoje, somos bombardeados por frases imperativas com mensagens do tipo Tenha, Compre, Possua.
Tudo leva ao consumo desmedido, a vontade de ter o maior, o melhor, o mais caro, o mais moderno. E para que?
Para implicitamente olhar para seu amigo, conhecido do trabalho, da escola, vizinho e pensar: “Eu tenho, você não tem!!!”
Aposto como neste exato momento você esta pensando: “Eu não faço isso!!!”
E eu te digo, faz sim. Todos fazem, consciente ou inconscientemente.
Eu fiz, e às vezes ainda faço. E assumo isso com vergonha.
Esta sociedade consumista julga as pessoas pelo o que elas possuem, o que elas vestem e os lugares que freqüentam.
E se estão sendo julgados por tudo isso, então por que não ostentar o que possuem?
Quem não deseja o celular último modelo, objeto de desejo? Já se perguntou se realmente um celular de R$2.000,00 é necessário ou é apenas para desfilar com ele por ai para despertar a inveja das pessoas?
Sim, inveja. Ninguém admira ninguém pelo celular, pelo óculos, pelos sapatos, pela bolsa, pela marca da etiqueta da sua roupa e por todas as outras coisas que se podem comprar. Ninguém admira, mas é o primeiro item a ser julgado.
A partir do momento que a pessoa compra um bem para ostentar, fica observando e buscando, para sempre ter o melhor, o maior, o mais caro, o mais moderno, e assim continuar alimentando o ego.
Uma guerra silenciosa. Ninguém assume, ninguém fala, mas está lá. Esta em todo lugar. Uma bola de neve dentro daquele que vive isso. Um busca sem fim, por uma sensação de prazer ínfima, ridícula de tão pequena e tão passageira.
Perde-se nesse caminho a satisfação pessoal, pura e única, de conseguir comprar algo que realmente deseja. Perde-se o prazer de curtir esse momento, sozinho, sem necessidade de falar no megafone sobre a última aquisição.
Compra-se por necessidade real, compra-se por prazer, mas muito se compra para ostentar, para mostrar, já que assim, sente-se melhor, sente-se maior do que as outras pessoas.
E isso, sabendo-se ou não, segrega mais e mais as pessoas. Existem as que podem e tem, e as que não podem e fazem de tudo para ter. E eu me pergunto, para que?
Para ser considerada alguém neste esquema da sociedade. Quando os bens materiais passaram a definir uma pessoa, eu não sei, mas definem.
A primeira vista, o primeiro contato, é o que se vê. Não se enxergam a personalidade, o jeito, as idéias. Vêem-se o carro, as roupas, os penduricalhos eletrônicos. E querendo ou não, este é o primeiro filtro usado para classificar alguém, a peneira utilizada para uma aproximação ou não, uma conversa, o conhecer realmente a pessoa.
E vive-se ostentando para ser aceito.
Compre, compre mesmo. Compre o necessário não o mais caro, compre o útil não o fútil, compre para você e não para o mundo. Aproveite e celebre essas conquistas materiais, com você mesmo.

sexta-feira, 27 de março de 2009
Onde esta?
O RESPEITO.
Se alguém o encontrar, favor entregar a TODOS OS SERES HUMANOS.
O que te faz mais que eu?
Por que seu conhecimento não me interessa?
Por que te dar atenção é perda de tempo?
Onde esta sua educação?
Eu quero falar, posso? Você vai me ouvir?
Faço o mesmo que você, por que você não me dá a mesma atenção que lhe dou?
Responder a todas elas é fácil, o difícil é sermos sinceros nas respostas, um ser sincero consigo mesmo. Por si só já desrespeitamos o respeito, à partir do momento que tentamos burlar algumas atitudes nossas.
Todos tem direito de receber respeito, seja idoso, criança, capitão, chefe, mendigo, feirante, professor, amigo de classe, blogueiros, escritores, jornalistas, o mundo, o mudo, o surdo, o deficiente, o impaciente, o chato, o metido, o triste, o falante, o andarilho, o tio do bar, seus pais, seu país, seu filho, sua família, a servente, o gari, o gay, o presidente, o prestativo, o amigo, o inimigo, o amor, ...
Respeito é dado, não é pedido, respeito é mostrado, não é escondido.
Respeito sai naturalmente, é recíproco, e é sem volta, é completamente transparente.
Respeito não mente, por respeito ele fala a verdade e não desdenha ou ignora.
Respeito é universal, você respeita pensando, sentindo, olhando, rezando e ele atravessa o mundo na velocidade da luz.
Respeito passado pra frente é respeito procriando.
Respeito dirigido é respeito habilitado, é respeito habitado.
Respeito não é bonito de ver, é bonito de fazer, é bonito por natureza, é estampado e desavergonhado.
Respeito cria conceito não vive em preconceito.
Respeito te faz aprender, te mostra caminhos, te leva pra casa e te da um teto.
Respeito te faz ser, te faz ter e transcender.
Respeito da vida, é pela vida, é carente mesmo sendo crescente.
Respeito te faz bem, respeita diferenças e encanta.
Respeito não te faz vencer, te faz crescer e te torna um ser melhor.
Respeito não é medido, é desmedido, não usa fita métrica nem matemática.
Respeito não é de um em um, é de um em um milhão.
Respeito conhece o bem, e respeita o mal.
Respeito te da a visão além do alcance, seja pelo olho de Tandera, bela bola de cristal, pela bacia de água ou pelo coração, ele é ação em toda ocasião.
Respeito não tem política ou religião, não tem região, não tem o si me dão, não é chorão é uma explosão.
Respeito dispensa reflexão, terapia ou opinião, ele já é formado e diplomado.
Respeito fala todas as línguas, entende todos os sinais, é surdo, cego e mudo, mas é entendido sem tecla SAP.
Respeito, é rasgado, é respondido, é raro, é real, é regido, é recíproco, é radiante, é rápido e indolor
Respeito porque me respeito, porque respeito você, porque respeito a vida, porque respeito as suas escolhas, porque respeito seus deslizes, porque respeito seu DESRESPEITO e mesmo assim EU TE RESPEITO.
quarta-feira, 25 de março de 2009
Selo - No Seu Blog Vemos Estrelas
E Bárbara disse:"Lendo-os, até é possível entender que somos feitos do mesmo material que as estrelas."
Ler http://lesadosemgeral.blogspot.com/ e não se emocionar, é um árduo trabalho até para aqueles que não tem coração! Não podemos dizer que ela é a única, pois ja fez escola e seu filho Roberto "Noise" - http://phodasetudo.blogspot.com/ é tão capaz de escrever com o coração, quanto ela. Sua raridade está em ter conseguido passar coisa tão bela adiante.
Estávamos juntos, nós três, quando vimos seu Mimo. Este selo. Sentimos a mesma coisa, ao mesmo tempo. Falo por todos, mas tenho certeza que elas farão questão de se manifestar.
Nossa forma de agradecer aqui é com Olavo Bilac:
Ora (direis) ouvir estrelas! Certo
Perdeste o senso!" E eu vos direi, no entanto,
Que, para ouvi-las, muita vez desperto
E abro as janelas, pálido de espanto...
E conversamos toda a noite, enquanto
A via-láctea, como um pálio aberto,
Cintila. E, ao vir do sol, saudoso e em pranto,
Inda as procuro pelo céu deserto.
Direis agora: "Tresloucado amigo!
Quê conversas com elas? Que sentido
Tem o que dizem, quando estão contigo?
"E eu vos direi: "Amai para entendê-las!
Pois só quem ama pode ter ouvido
Capaz de ouvir e de entender estrelas".
(Via Láctea)
Muito obrigado B.
Estamos analisando, dentre os blogs que conhecemos, àquele que merece selo, digno da doçura com que nos foi presenteado.
COMPROVADO! SEU BLOG TEM NÉCTAR!

HAHAHAHAHA! Realmente estes selos são muito originais.
Obrigado B. por mais este.
Sabe, atualmente temos nos referido à alguns amigos daqui do blog. As vezes é nosso assunto na sala, ou no jantar, até no telefone. E sabe como nos referimos à alguns de vocês? (que vergonha)
Como "NOSSOS"! Porque vibram conosco. Emanam da mesma forma. Porque nos recebem. Porque anseiam da mesma forma. Porque nos reconheceram, assim como foram reconhecidos. Porque dividem de uma mesma visão de mundo, de vida e de amor.
"Será que os nossos vão gostar?" - "O que os nossos vão achar?" - "Queriamos muito, um dia, poder apertar a mão dos nossos..." (risos)
Muito Obrigado, por nos fazerem acreditar!
terça-feira, 24 de março de 2009
Palavras Pequenas, Palavras Apenas... Palavras - Março

E vocês acharam que não teria tabelinha de Palavras esse mês!?
Olha ela aí!
Vocês já sabem né?
Nos comentários só vale colocar sua própria definição (em pouquíssimas palavras) do que estas palavras significam para vocês!
Ahh e também, faz parte do objetivo, a gente procurar saber o significado de algumas que, por ventura, desconhecermos.
Façam bom proveito!
