quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Você saberá ENXERGAR?

O NATAL está chegando... e você nesse corpo mole, com preguiça de ler, preguiça de levantar, preguiça de pensar... VAMOS, VAMOS, Acorde!
Com a aproximação do Natal, onde é celebrado o “nascimento de Jesus” para umas das maiores religiões do mundo, explodiu na minha cabeça uma tremenda interrogação.
Ouvi uma frase, esse sábado, que já conhecia, mas ela me faz muito sentido ultimamente: “Você vive para ver e quando vê, não acredita!”
Você, independente de sua religião ou ausência de religião, já parou para pensar que a humanidade está ETERNAMENTE esperando a vinda OU retorno do Messias Salvador?
Alguns fazem cálculos, outros se apóiam em profecias. Grupos estudam antigos escritos... e a coisa está lá: O Salvador chegará!

Quase todas as religiões, aguardam a chegada de um Messias Salvador... a pergunta que explodiu na minha cabeça foi: E se ELE já chegou? E se ele está PASSANDO e não estou vendo?
Então comecei a me indagar sobre “como esta pessoa seria”! (?????????????)

Você já pensou nisso? Já lhe ocorreu como seria?

E se hoje ele tem um emprego regular, é exímio jogador de play-station, adora ler gibis e está no time de futebol da faculdade? Ou é uma garota da sua sala de aula, até que gostosinha...
E se ELE tem uma namorada chatinha, anda de skate e tem certa dificuldade em lidar com os pais que não dividem com ele uma visão humanista e evoluída?
Já lhe ocorreu que ele poderia estar no mesmo vagão do metrô que você? Ou ter uma banda de rock? Ou gostar de correr com seu carro? Ou transmitir tudo que sabe através dos filmes que escreve?
Desde a sempre, todos os profetas, enviados, e que se tornaram (não por escolha própria) líderes religiosos, tiveram vidas normais. Profissão, amigos, nacionalidade, inimigos, sonhos... Por que dessa vez seria diferente? Ou será que ele seria um barbudo, descabelado, de sandália, manto, peregrinando pelo deserto? Em pleno século XXI...!!!!!!!!
Atualmente, como ele seria ouvido? Youtube, talvez!

Deixo para vocês, a chance de uma reflexão. Independentemente de sua religião (ou ausência dela) ou de seu caminho evolutivo-espiritual...
É uma pergunta simples que pode ser respondida por qualquer um que tenha “tele-encéfalo super desenvolvido e polegar opositor”:


Se o Messias Salvador, estivesse vivo nos dias de hoje e tivesse 23 anos de idade, como ele seria? O que faria? Onde estaria?


Vale a pena pensar nisso, de sua resposta nos COMENTÁRIOS, com a aproximação do dia 25 de dezembro, afinal “vivemos esperando ver e quando vemos, não acreditamos”.


Intolerãncia...

O que é a Intolerância? De onde ela vem e pq? Como saber se você é intolerante ou não?

Bom antes de mais nada vamos a explicação do que é intolerância: “Intolerância é uma atitude mental caracterizada pela falta de habilidade ou vontade em reconhecer e respeitar diferenças em crenças e opiniões. Num sentido político e social, intolerância é a ausência de disposição para aceitar pessoas com pontos-de-vista diferentes.” (pela wikipédia)

Dentro da nossa sociedade podemos notar que uma pessoa intolerante, sempre, gera um mal estar dentro de um grupo e por esta razão, as pessoas a sua volta sentirão este mesmo mal estar, isso causará uma dificuldade do intolerante ao se relacionar. O sentimento de intolerância é como um vírus, ele prolifera de maneira rápida, transformando um bate papo normal em uma guerra. O Intolerante passa ao grupo este sentimento, ele normalmente é mal educado e tem respostas rápidas para todo tipo de assunto, principalmente os que não lhe agradam ou os que eles acreditam entender mais. Um exemplo que podemos dar é o filme Crash – No Limite, ele transmite um certo incomodo a quem o assiste, e o contexto do filme é uma total demonstração da conseqüência da Intolerância.

A pessoa intolerante se afasta da família, de amigos e de ambientes sociais, eles não são sociáveis, a maior dificuldade de um intolerante é aceitar o outro como ele é, aceitar o ponto de vista do outro, a crença, visão política e assim vai...

É fácil perceber que esta não aceitação ao outro é causada pelo intolerante a si mesmo, pois existe dentro dele uma grande dificuldade de AUTO-ACEITAÇÃO, vinda ai de uma baixa AUTO-ESTIMA. A dificuldade de auto-aceitar-se - auto-acolher-se - como diferente e único gera dificuldade de também aceitar o outro em sua diferença. É um mecanismo de defesa, a pessoa defende-se da própria dificuldade através da intolerância ao outro, mas, na verdade, a maior dificuldade ai esta em TOLERAR-SE e ACEITAR-SE.

O não aceitar qualquer tipo de diferença, coloca o intolerante como “eu estou certo, você esta errado”, mas na verdade o que impera é o medo de ele estar errado, e é ai que se inicia a discussão, e relações contastes de conflito, pois afinal o intolerante tem um oponente a sua frente.

Como podemos ver se somos ou se conhecemos alguém intolerante? Note que, o intolerante não coopera, ele tumultua; o intolerante não preserva amigos, ele se esconde em amigos de momentos; o intolerante tem uma enorme dificuldade de ouvir e aceitar os outros, pois ele esta certo em seus pensamentos; o intolerante joga, passando sempre para seu oponente a indisposição e irritabilidade, fazendo assim o outro perder normalmente a vontade de cooperar, ouvir, ajudar...

Para acabar com este sentimento, devemos pensar em nós, fazermos um backup de nossas vidas e convívio social, depois disso, tentar entender e compreender, que cada um tem seu ponto de vista individual e deve ser aceito e respeitado por isso. Lembre-se aceitar não quer dizer que você tenha que concordar, e discordar não quer dizer que você tenha que ser intolerante. Há sempre um meio termo e uma forma de entrar em um acordo.

Todos estamos no mesmo barco em auto-mar e se ele furar, todos juntos irão afundar.
Temos que tentar conversar mais e cobrar menos, entender os porquês, e cooperar, na medida do possível, uns com os outros. Buscar o entendimento e se deixar aprender, isso não é vergonha, é TOLERÂNCIA e ACEITAÇÃO. “Procurar conhecimento e elevar seu pensamento a um nível de conceito do grau mais alto”.

Façamos nossa parte que tudo caminhará!

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Bacia Mitológica

Se eu pudesse listar os defeitos da humanidade, certamente, lá no finalzinho, colocaria esse:
Defeito 8967 - Não sabemos enxergar onde erramos!
Lembra aqueles filmes mitológicos* em que os Deuses assistiam a humanidade através de uma espécie de bacia com água? Guarde essa imagem. Vamos usá-la daqui há pouco.
Os maiores erros que cometemos não são intencionais. Concorda?
Se você fizer, de caso pensado, o que julga um erro, então estará acertando. Afinal, você conseguiu o que queria. Foi um sucesso! Erros são quando as coisas que planejamos, queremos e desejamos, NÃO saem como gostaríamos.
Em muitos casos, ferimos os outros, magoamos pessoas, desrespeitamos nós mesmos, ERRAMOS, sem saber. Mais uma vez volto a dizer: se soubéssemos, não erraríamos. Se sabemos, somos pessoas más e desprezíveis, mas não erramos. Acertamos!
No entanto, muitos de nossos erros são vistos por outras pessoas. Muitas vezes nós enxergamos os erros dos outros.
Por que tamanha dificuldade de percebermos quando estamos errados?
Veja que não estou indagando sobre assumir erros, ou reconhecê-los perante alguém. Estou falando de notá-los! Percebê-los. Chegar em casa e dizer: “Eu errei quando disse aquilo...”, “Eu errei quando fiz aquele telefonema”... normalmente resistimos, nos inundamos de justificativas e lutamos para estarmos certos. Mas sempre precisamos de alguém que nos diga “você está errado”... alguém que mostre o que não fomos capazes de perceber. Isso vai de sermão de mãe até conselho de amigo...
Por que não sabemos enxergá-los? Será que se os enxergássemos seria mais fácil assumi-los?
Quando discutimos com alguém, estamos na verdade, lutando para “estarmos certos”. Em caso perdido, lutamos para estarmos “menos errados”... Já lhe ocorreu que se fossemos capazes de enxergar nossos próprios erros, através de uma simples reflexão de nossas ações, não haveria mais no planeta uma única discussão sequer?
Namorados decidiriam qual filme assistir num simples diálogo. Noivos escolheriam a cor do sofá. Você se desculparia com seus amigos antes deles fecharem a cara para você. O perdão viria, antes mesmo da culpa. Você não se envergonharia, nem precisaria debater para provar algo que você vê... assim como a outra pessoa vê.
Mostraríamos nossas diferenças, e aceitaríamos as melhores idéias. Dividiríamos nossas diferentes visões do mundo, sem precisarmos estar certos ou encontrando pequenas falhas em nossos pensamentos a medida que deixaríamos as melhores idéias se fundirem com as nossas.
Você não estaria livre de cometer erros. Só não precisaria de brigas e discussões para notá-los. Você até poderia ser estúpido com sua mãe, mas não precisaria vê-la triste para saber que exagerou...
Normalmente criamos nossas justificativas. Conseguimos ser até bastante ridículos nelas. Dificilmente gostaríamos de estar errados. Mas mesmo assim, erramos o tempo todo.
Não é uma apologia ao erro. É uma apologia à Bacia Mitológica. Uma bacia que se use para enxergar a si mesmo! E pasmem, já nascemos com ela! Mas, espertinhos que somos, usamos como os Deuses Mitológicos, para ver os outros...
Você pode começar a refletir sobre suas ações no exato instante que as tomou. Pode pensar se usou as palavras certas, para as pessoas certas. Pode usar essa habilidade que tem em analisar os erros e problemas dos outros e aplicá-los em si. Encontrá-los antes de qualquer pessoa.
Vergonha não é errar. Vergonha é nem ao menos tentar enxergar seus erros.
Aquilo que é certo, não precisa ser debatido. Se há discussão, é certo que há alguém errado. Erramos na vida. Faz parte dela. É passagem sine qua non... são pedágios que pagamos para podermos seguir. Sem pagamento (aprendizado e evolução), ficamos parados, entalados no pedágio, vivendo o mesmo erro de mil formas diferentes...até estarmos prontos para prosseguir.
John Lennon cantou “viver é fácil com os olhos fechados, entendendo errado tudo que vê”. Muitos aplaudiram, poucos escutaram.
Renato Russo cantou “estou acordado e todos dormem”. Muitos cantaram juntos, enquanto dormiam.
Está na hora de colocar a bacia no centro da sala e deixar de brincar de Zeus.


* Veja a bacia em Clash of The Titans - Fúria de Titans

domingo, 14 de dezembro de 2008

Tudo pelo Social?

Dizem que o ser humano é um ser social. Mas será mesmo?
Vamos definir o social.
Social: relativo à sociedade, sociável, que convém a sociedade.
Sociedade: reunião de pessoas que têm a mesma origem e pelas mesmas leis, parceria, participação, associação, agremiação, reunião de pessoas que se juntam para conversar, jogar, etc., relações, convivência.
Quando falamos em social, é claro que nos encaixamos na coisa, afinal de contas, todos têm amigos, conhecidos, colegas, pessoas com idéias semelhantes, assuntos interessantes e afins.
Então, logo nos enquadramos e afirmamos que o ser humano é sim social por natureza, certo?
Deveria, deveria mesmo.
Mas ao mesmo tempo em que a palavra abre para o convívio geral, ela se fecha em um determinado grupo.
Como assim?
Ser social, por definição do dicionário, é também ser conveniente a sociedade, e hoje vivemos em uma sociedade segregada em castas políticas, religiosas, financeiras, culturais e por ai vai.
Então, como ser social se você precisa se enquadrar em uma casta para isso?
Nós só somos sociais com aqueles em que acreditamos possuírem algo que acrescente e que convenha, ou que tenhamos algo em comum.
Você não é social com um morador de rua, por exemplo. E não estou falando em campanhas de arrecadação de roupas ou alimentos por pena dessa pessoa e daí se sentir solidário e altruísta. Estou falando em socializar, sentar ao lado e conversar, ouvir e aprender o que uma pessoa completamente fora do seu mundo, do seu círculo tem a dizer e por que não, ensinar.
Dificilmente um ser humano consegue viver sozinho e completamente isolado, sem contato com outro ser humano, mas também só quer ter esse contato com alguém que acreditar estar a sua altura, no seu nível, na sua casta.
Apesar de não conseguirmos viver completamente sós, é na solidão que conseguimos refletir sobre nosso caminho. Mas trilhá-lo, é muito melhor acompanhado.
O ser social é aprender a conviver sim em sociedade, toda ela. É deixar de lado pré-conceitos, deixar de lado o ego e entender que por mais diferente que uma pessoa possa ser de você, ela é um ser humano também, criado da mesma forma, igual em tudo.
É respeitar ideologias, respeitar personalidades e por que não, flexibilizar a sua?
Ser social é viver em comunidade e querer que todos os membros dessa comunidade tenham as mesmas chances, os mesmos direitos, os mesmos deveres.
É entender que essas diferenças que hoje abrem abismos entre as pessoas são tão pequenas perante a grandeza de onde se pode chegar com todos juntos.
Como você pode dizer que é social se você não se preocupa e não se mobiliza para mudar a sociedade que afeta um grupo que não é o seu?
Deixar de olhar seu quadrado, levantar a cabeça e ver que no quadrado ao lado, existem coisas interessantes e o melhor de tudo, poder compartilhá-las. Preocupar-se para que o quadrado ao lado seja no mínimo tão bom quanto o seu, ao invés de sair numa busca desesperada pelos quadrados que você acha que são bons ou melhores. Deixar de procurar “seu grupo” e se encaixar no grupo ao seu redor, incentivar esse grupo tão diferente do seu se você acredita que pode ajudar a trazer melhorias, e não dar as costas em busca de seus “clones” e deixar os “diferentes” de lado.

Social é estender a mão e puxar para perto, sem distinção, e não empurrar para longe, como vemos hoje.
Afinidades para amizades sempre vão existir. Ninguém vai ser amigo de todo mundo e nem o mundo vai ser seu amigo, mas não limitar-se a pessoas que de tão parecidas em pensamento, gostos e atitudes parecem robôs.
O ser humano é sim, social por natureza, mas está longe de ser sociável com deveria.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Programa Frango Xadrez!!!

Mais um programa Frango Xadrez que colocamos aqui para vocês, este foi da semana passada.
Nele falamos de notícias e post muito legais de 2 blog que visitamos, o OCRI-CRITICO e o PUBLICANDOBR.

Espero que gostem!!

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quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

HALL DA FAMA - HU JINTAO - MUNDO GRUPO MÃOS*

Estamos elegendo HU JINTAO para o Hall da Fama - Grupo Mãos!
Hoje, pela manhã, Hu Jintao, o atual presidente da República da China, declarou que realizará Plebiscitos na Provincia de Taiwan e do Tibete, onde a população local decidirá se quer permanecer parte da China ou se prefere a Independência!



PASMEM!!!!!!

O governo chinês está tão confiante no seu atual poder economico que resolveu dar a chance democrática do povo do Tibet e de Taiwan de decidir por sua independencia.
Apesar das questões religiosas, o Tibete tem 123 recursos minerais, sendo a maior reserva de Urânio do mundo, além de que inúmeras hidrelétricas fornecem energia para o sul da China!
Mesmo assim, Hu Jintao, abriu mão da dominação e da opressão mascarada para exercer o maior princípio que existe - o da liberdade. Já que ele é o estandarte da democracia na China!
Isso o fez merecedor, com honras, de um lugar em nosso HALL DA FAMA!!!!!!
O Grupo mãos, brinda à Hu Jintao!





*"essa informação só existe no mundo encantado Grupo Mãos - infelizmente"

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Só o que não Vive não Muda...

Só o que não VIVE não MUDA...

Inacreditável ver como o ser humano se acomoda com as situações. Como pode o simples dizer: Você precisa mudar! , os deixar tão assustados, com medo e causarem um certo mal estar? Isso pq normalmente a mudança vem para melhorar, torná-los melhor...
A resistência Humana para adquirir novos ensinamentos e mudar hábitos hoje em dia é na verdade o maior de todos os HÁBITOS!

O cérebro de todos é condicionado a fazer o de costume, fazer o fácil e o que esta ao alcance, pois uma mudança implicaria em uma reestruturação da função mental e mudança de padrões mentais e isso minha gente... Da muito trabalho.

Hoje vemos um mundo onde o tudo a nossa volta é considerado, por nós mesmos, muito bom, ou então usamos da indignação como arma para justificar um pesar. Pesar este que existe em nosso sofá ou em nosso mundinho. Não levantamos do sofá ou saímos do mundinho para gritar por algo que nos indignou. O comodismo e a preguiça não nos permitem tamanha mudança. Claro, não podemos esquecer que dentro de nossos mundinhos nos julgamos lutadores, há sempre os que dizem que lutam sim, que brigam sim e que criam à sua maneira. Mas a quem estas pessoas enganam? O dizer que faz ou que fez é a grande mentira que cerca a resistência Humana. Vivemos essa mentira e é ela que nos coloca longe de sermos o que realmente gostaríamos de ser.

Vivemos hoje uma época em que nos apoiamos nos heróis de nossos pais, não temos os nossos e nunca os tivemos. Os heróis deles lutaram, e lutaram por algo que foi criado com base em uma indignação, e nós hoje nos apoiamos a isso.
Tenho os meus heróis e nenhum deles lutou em minha época. Entendo que o mundo hoje necessitaria de vários heróis, para que cada um lutasse por uma coisa, hoje temos muito pelo que lutar, muito o que defender e é aqui que entra o comodismo. Melhor estarmos sós, nos indignando no sofá do que estarmos lutando por algo. Não é mesmo??
É fácil sentar aqui e escrever, é fácil assistirmos a tv e nos indignarmos, é fácil lermos uma revista e nos revoltarmos... Mas é mais fácil ainda tirarmos as bundas das cadeiras e irmos realmente mudar alguma coisa. Não é o controle remoto, ou a mudança de página de Internet que irá fazer isso por nós, este é só o meio que nos mostra quanta coisa pode ser feita. Já sei, podem estar pensando... Ah tá bom é fácil você falar isso Gisela, mas e você o que você faz?

Gandhi disse:

- A única revolução possível é dentro de nós.

- Creio poder afirmar, sem arrogância e com a devida humildade, que a minha mensagem e os meus métodos são válidos, em sua essência, para todo o mundo.

Lennon disse:

-Realize o seu próprio sonho. Você mesmo vai ter de fazer isso... eu não posso acordar você. Você é quem pode se acordar.

-A Insegurança e a frustração levam o homem à violência e à guerra


Luther King Jr. disse:

- Não fiz o melhor, mas fiz tudo para que o melhor fosse feito. Não sou o que deveria ser, mas não sou o que era antes.

- Se um homem não descobriu algo por que morrer, ele não está preparado para viver.

- O ser humano deve desenvolver, para todos os seus conflitos, um método que rejeite a vingança, a agressão e a retaliação. A base para esse tipo de método é o amor.

Mandela disse:

- Quando o sangue começa a ferver, é tolice desligar o coração.

- Uma boa cabeça e um bom coração formam sempre uma combinação formidável.

Malcom X disse:

- As únicas pessoas que realmente mudaram a história foram os que mudaram o pensamento dos homens a respeito de si mesmos.

- O futuro pertence àqueles que se preparam hoje para ele.


Eu, tento ser um pouco do que os Heróis dos meus pais foram, tento entendê-los ao máximo para assim aprender com eles o como se muda algo a nossa volta.
Acho que esta na hora de “mudarmos o canal da nossa vida” e dar um “enter na nossa mudança interna”.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Natal faz com que o mundo todo comece a vibrar na mesma sintonia. Até os povos que não o celebram, são cobertos por essa propagação de boas energias. Talvez seja aquela centelha que guardamos dentro de nós desde crianças que mantém a magia viva. Mesmo sendo, para muitos, a fase de abrir a carteira e tentar, como podemos, proporcionar uma boa noite de Natal. Em casa a noite de Natal será celebrada e estamos todos animados, conservando e estimulando a tal “centelha natalina”. Às vezes acho que é tudo culpa do “Velho do Saco Cheio”!!
Apesar do Papai Noel viver no Pólo Norte, descobri que muitas lendas que falavam sobre o “bom velhinho” se fundiram e mesclaram com o nascimento de Jesus (Yeshuas), pelas mãos da Igreja Católica de antigamente, que considerava essas lendas como “crenças pagãs”. O plano era ofuscar todos esse rituais celebrados por diferentes culturas nessa mesma data. Vale dizer, inclusive, que muitas dessas celebrações tinham uma abordagem muito bela e nobre. Muito mais que a celebração de um “suposto” aniversário. Muitos pesquisadores já apresentaram evidências que Yeshuas não nasceu em dezembro do ano zero e sim sete anos antes e em outro mês! Mas se culturalmente você quiser celebrar o aniversário de Yeshuas, faça-o na data que quiser.
Existem muitas histórias cercando a origem do mito do Papai Noel e, mais uma vez lendo a respeito (ler é muito bom), descobri porque sempre ouvi Papai Noel ser chamado de Santa Clauss nos filmes. Pensava que era “coisa de americano”!
Há dois séculos atrás, no estado norte americano de Illinois, um rapaz chamado Edward ficou muito sensibilizado pelas diferenças sociais que a recém chegada “revolução industrial” trouxera consigo da Inglaterra. Caminhando, indo e vindo do trabalho, via a pobreza ao seu redor. Já existia na Europa cristã, a tradição de trocar de presentes entre os familiares, simbolizando o feito dos Reis Magos. Em outras culturas a troca de presentes se justifica de outras maneiras.
Foi nesse caminhar entre os bairros pobres da cidade, que Edward decidiu que no final do ano usaria suas economias para distribuir o máximo de presentes possível, permitindo assim, que algum sorriso brotasse nos rostos tristes e judiados das crianças que nada iriam ganhar no Natal. E assim o fez! Comprou os presentes – naquela época eram brinquedos de madeira, bonecas, coisas mais simples e mais baratas – colocou-os numa grande sacola e saiu, no alvorecer do Natal, distribuindo presentes e colhendo alegria entre a pobreza de Illinois.
Ele havia estabelecido um “código” com a criançada. Até para saber em qual casa havia uma criança e onde não havia.
Edward assim o fez por muitos anos, até morrer. Muitos o seguiram, fazendo o mesmo em outros bairros, cidades, estados e países, o que fez com que sua figura e gesto se eternizassem e apesar de ter começado bem jovem, é a sua fisionomia mais velhinho, mais gordinho e mais barbado que é lembrada até hoje... Ahhh estava esquecendo, ele nem era uma pessoa rica, fazia o que podia.Para mim, a espirituosidade de Edward é o próprio Espírito de Natal, é a primeira de todas as centelhas que hoje brilham dentro de nossos corações. É a maior de todas as riquezas.
Neste Natal não esqueça do Edward que existe dentro de você, não esqueça que basta ter coragem e acreditar, não esqueça que se em sua mesa houver pouco, em muitas mesas nada haverá. Compartilhe sua maior Riqueza. Se não tiver presentes para distribuir, multiplique alegria, boas energias, deseje feliz Natal a quem puder desejar. Se houver espaço em sua mesa, ocupe-o! Se lhe for oferecido um lugar, aceite! Enquanto houver essa centelha de Edward em nós, haverá essa sensação boa que envolve o Natal, haverá sintonia entre nós e todos os seres do mundo, mesmo que não celebrem como nós.
Se você acha que o Natal é uma “data comercial”, simples: faça seus próprios presentes! Crie! Os dê de coração e por amor! Não precisa comprar nada... (sai dessa agora!)
O nome completo de Edward é Edward Santa Clauss e eu acredito em Papai Noel!
Não permita que o “envelhecimento” enrijeça seu “Espírito que Acredita”! Não permita que a vergonha lhe impeça de acreditar e pedir àquele que, justamente, espera a eternidade para lhe ouvir, e lhe atender. Não com bolas, carrinhos ou bonecas... mas com presentes para sua alma, sua evolução e sua passagem aqui por esse mundo. Peça!
Para ganhar seu presente, com certeza, precisará saber qual era o código que Edward Santa Clauss tinha com as crianças, não acha?
Para ele saber que dentro da sua casa tem alguém que acredita e o espera, assim como as crianças de Illinois, basta deixar uma luzinha acesa em sua casa – de preferência piscando – e se possível, acenda essa luzinha dentro de você também.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Programa Frango Xadrez

Programa da Rádio Mãos, que passa todos os dias, fiquem atentos!!!

Este foi o primeirooooooo!!!

Curtam ai...



video

Espetáculo da tragédia

Curiosa a atração humana pelo mal.
É quase que generalizada à adoração pela desgraça.
Todo mundo se interessa por qualquer coisa onde impere a maldade, o ruim ou que mostre nossa insignificância perante as forças da natureza.
A exclamação geral é : "Meu Deus, que horror!!!", mas sem desgrudar os olhos da TV.
Tudo o que é desgraça é um prato cheio para a mídia no geral.
Crimes, seqüestros, assassinatos, acidentes, dramas familiares, atentados, problemas econômicos. Quanto mais enrolada a história, melhor. Quanto mais violento o final, mais ibope.
A mídia ultrapassa os limites do profissionalismo da cobertura do acontecimento para invadir intimidades desnecessárias, desrespeitar e explorar a dor de quem esta vivendo a situação e expor os envolvidos e todas as pessoas próximas a entrevistas e programas especiais.
E se fazem tudo isso, é porque o público pede, aceita, engole e se delicia com o circo armado.
Programas se especializaram em levar uma pessoa, que tenha uma vida horrível, problemática, para se expor em uma entrevista, e fazer o auditório, e você em casa, chorar. Claro que ficamos felizes com a ajuda que essa pessoa recebe depois de abrir sua intimidade em rede nacional, mas, por que não conseguimos deixar de ver isso? Por que a necessidade de expor a pessoa antes de ajudá-la?
Não digo para que sejamos imparciais diante de demonstrações da maldade humana. Nem que sejamos frios, insensíveis às tragédias ao nosso redor.
Mas usa-se a tragédia como ponto de desvio de atenção. Até mesmo a crise econômica acaba sendo transmitida como o fim do mundo, à volta a Era das Cavernas. Por quantas crises o Brasil já não passou? E se não foi você que passou por ela, foram seus pais, e nem por isso você não esta agora na internet lendo um texto no conforto da sua casa, ou no seu trabalho e com todos seus mimos. Ajustes por causa dela sim, não desespero como estão alardeando.
Mas, tirando o que é noticiado a exaustão, foque agora nas pequenas desgraças do cotidiano, aquelas que acontecem no caminho da escola ou do trabalho.
Quem não para no transito para olhar um acidente, um atropelamento, por mais que a policia esteja apitando e mandando seguir para evitar o congestionamento ou pior, outro acidente?
Quem, quando vai falar sobre alguém com outra pessoa, não começa falando dos problemas ao invés de contar as vitórias primeiro?
De todas as noticias que você vê ou lê por ai, quantas falam de alguma coisa boa que aconteceu? E você, comenta sobre essa única coisa boa? Aposto que fala da última desgraça.
Todo mundo faz uma coisa assim. É o lado cruel do ser humano, o lado lúgubre.
As pessoas gostam de ver a desgraça alheia, seus problemas, suas dificuldades, porque no íntimo, como uma vergonha, um segredo, elas se sentem vivas com isso.
O caos na vida de alguém acaba gerando o prazer do alivio. É como se os outros estivessem sendo castigados e com isso, sua vida não é tão ruim. Você se sente melhor, superior.
"Antes eles do que eu, ou minha família, meus amigos..."
"Tenho pena, mas ainda bem que essa inundação não foi no meu bairro"
"Que acidente horrível, ainda bem que eu não estava aqui na hora, podia ter me envolvido".
"Nessa crise, demitiram 200 funcionários na minha empresa, ainda bem que eu fiquei!"
Egoísmo, isso sim.

Do que adianta ficar olhando a destruição, se comover e não fazer nada? Seu "sentimento solidário com a dor" não muda nada.
Viu um acidente que não chegou socorro? Pare o carro e ligue para a emergência!
Está comovido com o desastre em Santa Catarina? Ache um meio de ajudar.
Está preocupado com a crise? Dizem que é na crise onde surgem as melhores oportunidades. Basta levantar a cabeça do problema.
Achou estúpido e brutal o que aconteceu com a menina Eloá? Deixe de assistir ao circo armado da mídia, não de ibope.
Proteste contra o que acontece, e quem sabe assim, voltamos a ter respeito pelo nosso igual e continue se chocando sim, com a maldade e com os desastres, mas respeitando a dor e fazendo o que estiver ao seu alcance para mudar a situação ao invés de continuar a "solidariedade do sofá". E se você não tem o que fazer, não atrapalhe quem pode, ou você acha que, com todas as emissoras cobrindo um seqüestro, por exemplo, ajudam o trabalho da polícia?
Informação e ação para mudar o quadro é diferente de falar, estender o assunto e buscar detalhes sórdidos sobre os acontecimentos.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Palavras Pequenas... Palavras Apenas... Palavras - Novembro


Olá pessoal!
Essa nossa tabelinha, para quem ainda não conhece funciona assim:
Tente definir, com o mínimo de palavras, (para você) o significado de algumas palavras (ou personagens).
Fazemos porque, de fato, não sabemos o que pensamos sobre muitas coisas até que elas acertam nosso nariz, sem aviso!

FAÇA A SUA LISTINHA TAMBÉM!!! PARTICIPEM CONOSCO! DESCUBRAM UM POUCO MAIS, SOBRE O QUE VOCÊ MESMO PENSA SOBRE ALGUMAS COISAS!

POSTE NOS PITACOS (COMENTÁRIOS) A SUA LISTINHA! NÃO SE ACANHEM!

Cliquem na tabela, para ve-la em tamanho maior!!!!!

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Preconceito, Racismo e outras coisas que dividem!!


Semana passada tivemos o feriado da Consciência Negra, e isso me fez pensar no motivo do feriado.
Claro que cai no tema do racismo, já que o dia da Consciência Negra é uma homenagem aos negros que lutaram no Quilombo dos Palmares e ao seu líder pela liberdade, Zumbi.
Quando falamos de racismo, automaticamente pensamos em intolerância e preconceito com outras raças, outras etnias, outras “cores”.
O racismo representa à intolerância, a incompreensão, a superioridade e inferioridade, domínio, hostilidade.
Remete-nos a maus tratos, ao medo, a povos derrotados, vencidos, escravizados e principalmente a carnificina ocorrida durante a segunda guerra. Todas as questões de raças e povos, etnias.
O racismo nasce de uma idéia subjetiva de um grupo do que é certo ou errado, do que é permitido, dos valores morais desse grupo e é seguido por um outro, sem questionamento e vai se enraizando e propagando. A situação de racismo passa a ser a verdade.
Repudiamos este sentimento. Nem sequer passa pela nossa cabeça assumir que tenhamos rastros de algo tão desumano e incoerente.
Mas temos.
Conversando com a Gisela sobre o assunto, ela falou sobre o preconceito e racismo.
Todos têm pré-conceitos sobre algo ou alguém, a primeira opinião formada antes de conhecer e baseada na experiência ou, o mais comum, nas opiniões de terceiros, seja ela boa ou ruim. É natural do ser humano ter uma concepção inicial do desconhecido, como forma de proteção.
O preconceito tem como principal diferença justamente essa Pré-concepção, que da uma brecha para que se possibilite conhecer o objeto, pessoa ou situação do preconceito, e assim possa reavaliar a primeira opinião pré-formada, afirmando ou contrariando-a.
O racismo não permite essa pré-concepção. A pré-opinião natural torna-se a única opinião, o único parecer, a única verdade, sem deixar espaço para uma mudança, para que se conheça, para que se avalie.
O racismo é o extremismo do preconceito.
E olhando por esse lado, vemos que esse tipo de atitude se estende pelas mais diversas áreas. Vai desde as já famosas raças e etnias a religião, credo, deficiências físicas e mentais, sexo, classe social... até música, cultura, culinária. Sim, até isso.
O não se deixar conhecer e manter a pré-concepção é sim racismo, seja qual foi o tema abordado. A discriminação pode ocorrer em qualquer situação, em qualquer classe, em qualquer setor.
Vai desde a intolerância racial até julgar e criticar um tipo de música, sem se deixar experimentar o diferente.
E por isso digo que está mais presente do que todos imaginam, e que a pequena brincadeira cotidiana satirizando um povo, uma religião, uma cultura uma música sem conhecer o que se esta falando, esconde sim traços de racismos.
A partir do momento que você se disponibiliza a conhecer, o gostar ou não é individual, mas deu-se a chance de mudar o pré-conceito, e passamos a ter preconceito, formado e assumido. Vi, ouvi, li, me informei. Não gosto, mas respeito.
O radicalismo do racismo é o que levou e ainda leva o ser humano a cometer atrocidades e desrespeitos com outros seres humanos.
Ou utilizar a denominação “baiano”, ou “nordestino para ofender alguém é menos racista e preconceituoso do que acreditar na superioridade da raça ariana, como Hitler?
Agredir mendigos e homossexuais nas ruas é menos degradante do que anos de escravidão?
E buscar formas de humilhar seu vizinho que gosta de forró e você é fã de heavy metal?
Dar-se a oportunidade de conhecer, de avaliar é evitar que o racismo ganhe forças e passe das coisas “banais” como o gosto musical para a intolerância no quesito, como diria os Titãs, cores, castas, raças, crenças. Afinal de contas, tudo o que o racismo gerou começou com o medo de conhecer o que estava ao outro lado, e como mecanismo de proteção ao medo, é melhor humilha-lo, domina-lo e destruí-lo.

(Imagem das campanhas da Benetton.)