sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Post Relâmpago


Gente para quem não sabe o Grupo Mãos é uma ONG, e sempre fazemos campanhas de arrecadação...


Hoje venho aqui, em uma campanha relâmpago ás família de Santa Catarina, pedir a ajuda de vcs blogueiros.

Sei que hoje, o que mais temos são campanhas de ajuda para Santa Catarina, mas sei o mais importante e gostaria que vocês soubessem tb, a AJUDA AQUI CONSEGUIDA, SERÁ ENTREGUE AS FAMÍLIAS DE TODAS AS CIDADES QUE SOFRERAM A DESTRUIÇÃO, e pq falo isso, não precisamos confetes pelo feito, já fazemos isso a anos, e não usamos a destruição para nosso beneficio também, mas sim, pedimos ajuda.

Não duvido de nenhum trabalho voluntário que esteja ocorrendo para ajuda à Santa Catarina, mas nesta hora confio em mim e no Grupo Mãos. Não ganharemos milhões ou muitos caminhões, o povo que mandaremos será entregue na MÃO que quem precisa e não para outros lugares de distribuição, nós aqui do Grupo Mãos somos os distribuidores!!!



Obrigado pela confiança e

Obrigado pela força!!!!


Conto com todos!!!
meu msn: gimelloso@hotmail.com
meu e-mail: grupomaos@gmail.com

Verdades que ferem - Parte 2/2

Jussara estava namorando há duas semanas quando foi almoçar na casa dos pais de Igor. Para encerrar com chave de ouro, foi servida de sobremesa, a especialidade de Dona Claudete: torta de pêssego!
A torta foi servida a todos e coroou o primeiro almoço de Jussara com a família Gomes. Jussara achou uma merda! Rançosa, doce demais e mole. Uma porcaria!
Então Igor, para quebrar o gelo perguntou: “Não te falei? O que achou da torta de mamãe?”
TÓIM!
O que você faria? O que responderia?
Eu diria “estava maravilhosa, Dona Claudete.”
Pronto, agora sou um mentiroso, cretino, certo?
Jussara gostava de dizer a todos que não mentia. Que abominava mentira. Até para ter um pouco mais de controle e saber mais sobre seu namorado, pregava isso aos ventos. E agora?
Todos nós gostamos da verdade certo? Principalmente quando ele não magoa, certo?

Mas e a verdade que fere?
Não adianta você dizer que prefere assim mesmo, já sabemos que isso é o bonito de ser dito. Depois, é você incomodado (ou chorando) o dia inteiro porque ouviu algumas poucas e boas. Ou o que é mais ridículo: afirmando para si mesmo que aquelas “verdades” eram infundadas.
Eu, particularmente, gosto de assistir essas partes.
Você acha que tem o direito de ferir alguém só porque gosta de contar verdades?
Você conta, para você mesmo, as verdades que te machucam a seu respeito?
Há quem diga que “omite”, mas não mente. Omitir é igual a esconder. Esconder a verdade.
Omitir é deixar de dizer. Omitir teria gerado um clima terrível na mesa de jantar da família Gomes. Jussara preferiu mentir. Ou seja, ela “deu” algo as pessoas interessadas em sua resposta.
Que tal dizermos uma verdade agora?
Todos mentem. Mentimos para agradar. Mentimos para evitar brigas. Mentimos para nos beneficiar ou livrar-nos de culpa.
É assim que estamos. Após milhares de anos de labuta, o melhor que a humanidade conseguiu foi “mentir porque a verdade machuca”.
A verdade sempre é a melhor opção, mas a Dona Claudete está pronta para isso? A família Gomes? VOCÊ está pronto para isso? Será que as pessoas que você ama estão?
Acredito que não. Então mentimos. Não é justo machucar ninguém com as nossas verdades.
Agora, se por ventura, alguém avistar algum sinal de evolução na humanidade me avise!
To cansado de viver num “mundo de pernas curtas”.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Carroça ou Trambolho???


Como tratado no meu texto anterior, volto a falar da Manipulação, mas agora da parte que cabe ao Manipulado!!!

Quem nunca disse que “tal Pessoa” estava sendo manipulada?? Quem nunca se sentiu manipulado??? Sendo pela TV, jornal, amigo, patrão... Bom, digamos que a Manipulação já esta implantada no ser humano, é um habito comum manipular e deixar-se manipular. Tenho comigo que este “mal” pode ser revertido se vermos a Manipulação de outra forma.

Vou tentar explicar de forma rápida:

A pessoa manipulada, na maioria das vezes se sente incapaz, diminuída, fraca (como diria meu irmão), esta pessoa vive no total “eu não seria capaz de fazer ou eu não sei fazer!!!” Na sociedade em que vivemos podemos dizer que 90% das pessoas se sentem assim. Com isso, os lideres a nossa volta, gananciosos por poder, descobrem e utilizam o tal “INCAPAZ” para fazer o trabalho que eles mesmos não fazem. Este dono do poder é, na verdade , um solitário, fraco e pq não dizer um “INCAPAZ” também. À partir do momento que você faz tudo que deseja, sonha, quer... sozinho, você, claro, não irá precisar de outra mão, e muito menos moldar alguém que faça por você!!!

Pensem assim: O Manipulador é uma “Carroça”, os coitados dos manipulados são os “Cavalos”, os que têm a real força, para levar a tal “Carroça” adiante.
É o pobre “Cavalo” que desvia de pedras, se assusta com cobras, buracos e perigos de uma estrada. Nenhum Cavalo segue um caminho que apresente ameaça, por escolha própria, a não ser que seu dono o chicoteie. Voltando a analogia...
São os “Cavalos” que guiam a “Carroça”, fazendo assim nascer na “Carroça” a falsa ilusão de que existe um condutor ágil e perspicaz. A “Carroça” é pesada, na verdade hoje em dia um trambolho, e não sai do lugar para nada sem os Maravilhosos Cavalos.
Agora qual seria então o problema em ser os “Cavalos”, já que os coloco aqui como donos da situação, que guiam, que tem força...?
Se você se permite ser o “Cavalo” de alguma “Carroça”, você se acomoda a isso, jamais sairá deste posto de ser comandado, mesmo possuindo a força de condução, não se permitirá ter entendimento além do que sua rédia permite. E pior, não mostra a “Carroça” que ela tem que evoluir e se tornar um meio de transporte viável e que não necessite de "Cavalos" que as levem.

O evoluir deve ser alcançado e assistido por todos, não se deixe enganar por falsas ilusões de poder, o poder existe em nós mesmo, e não precisamos que ninguém nos guie a ele ou nos mostre o caminho, seguir o seu caminho faz parte da SUA EVOLUÇÃO e de mais ninguém.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

HALL DA FAMA - RATZINGER - MUNDO GRUPO MÃOS *

Nós do Grupo Mãos estamos absurdamente felizes com a notícia que acabamos de ouvir.
O primeiro papa alemão desde a idade média, Joseph Ratzinger, declarou que 40% de todas as propriedades da igreja, no mundo, serão vendidas, e que a ala leste do Vaticano será desocupada para abrigar refugiados de guerra, desabrigados e pessoas sem-teto, dos países muçulmanos. O dinheiro da venda das propriedades será revertido para combater a fome e a pobreza na África e sul da Ásia.

Fantástico! Jamais pensei que fosse estar vivo ao ver isso acontecendo!
Isso coloca o Papa Bento no nosso Hall da Fama!
É isso aí Ratzinger, Nostradamus não estava errado!













*" essa afirmação só existe no mundo encantado grupo mãos - infelizmente"

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Inteligência Artificial

A Manipulação tratada aqui é pura e simplesmente a Manipulação do Ser Humano...
Três formas de enxergá-la:
1- Violação deslavada e descarada da liberdade HUMANA;
2- Violência moral e injusta com o Ser Humano (por exemplo, injustiças no ambiente de trabalho, opressão, tortura, dinheiro e mais algumas coisas)
3- Toda forma de desumanização realizada pelo Manipulador para com o manipulado. (normalmente acontece em classes mais baixas, onde a cultura é algo pouco visto).

A Manipulação em geral traz consigo um fato muito importante que é: A ausência total de acritividade (falta de critica) do manipulado, que por sua vez aceita ao manipulador.
A Manipulação não é só a simples influência, ela é uma forma especifica e irracional de exercer o PODER.
Por descartar totalmente tudo o que é raciocínio crítico do interessado, o manipulado não percebe o ataque, é criada ai uma falsa consciência, fazendo assim o manipulado crer que tomou uma decisão certa ou racional.
Nesta hora é criado o distanciamento do homem manipulado com sua LIBERDADE!!

A MANIPULAÇÃO DEVE SER CONSIDERADA DE FATO COMO A MAIS DESUMANA FORMA DE VIOLÊNCIA OU DE OPRESSÃO COM O SER HUMANO.

Pensem também, o controle do mundo durante um longo período de tempo tem sido conseguido pelos meios de: manipulação da mente, divisões fabricadas e, o mais importante de todos, pelo medo. Esta é a emoção que tem dado o controle de nossas vidas para um grupo manipulador. Os poucos que decidem os rumos do mundo e da humanidade, estão no topo de uma “Pirâmide Imaginária” de manipulação. Quase todas as organizações de hoje estão estruturadas na forma de uma “Pirâmide Imaginária”, lá eles detém poder, informação, controle e ai vai...
Neste andar da “Pirâmide Imaginária” estão: todos os bancos, partidos políticos, jornais e meios de comunicação, agências de inteligência, companhias multinacionais,sociedades secretas, igrejas... Com este exercito manipulador no comando, o MITO da escolha é difundido para nos enganar dizendo que somos livres.

Pensem mais uma vez: O verdadeiro poder em uma “Pirâmide Imaginária” está na sua base, não no topo. Caraco!!! É a base a maior parte, é a que sustenta a Pirâmide!!! Mas não é assim que fazemos e porque? Por que infelizmente a raça humana tem sido condicionada para acreditar no oposto.
A raça humana não é má, mas parou de pensar de tal maneira que a “Pirâmide Imaginária” pôde condicioná-la a um nível de atividade cerebral e, portanto, controlar a direção do mundo.

Todo e qualquer tipo de manipulação pode ser resumido em um só: a tentativa absurda de mudar, por interesse, o Homem, em sua forma de pensar, agir, escolher, falar, decidir, rezar, dançar, gritar, olhar, namorar, tomar banho, ver tv, comer... PARAAAAAAAAAAA EU TENHO UMA OPINIÂO PRA TUDOOOOOOO, O QUE DIABOS VOCÊS ESTÃO FAZENDO COMIGO???????

É fácil ver que a manipulação aparece PRECISAMENTE na estrutura social, é justamente na estrutura social que se desencadeia o processo manipulador, é ela que cria o manipulador. Para que este processo funcione três pontos são importantes:
1- a desigualdade social;
2- relações sociais fundadas do domínio do maior sobre o menor;
3- Controle da Consciência individual, graças aos serviços das instituições educativas e meios de comunicação em massa.

Diante de tudo isso o ser humano deve em algum momento entender que entregar a sua “essência” para um Manipulador, irá implicar em entregar sua vida a um sistema de ações que não são suas, que são projetadas a você e com isso não haverá uma reação, Robôs não reagem, aceitam. Não somos robôs, somos SERES HUMANOS, donos de nós mesmos, e perfeitamente capazes de escolher e decidir o que nos é apresentado!!!

Nós somos responsáveis por tudo o que ocorreu, por aquilo que está ocorrendo e pelo o que ocorrerá.
Somos LIVRES para mudarmos os rumos das coisas ao nosso redor e conseqüentemente mudar o MUNDO!!!

domingo, 23 de novembro de 2008

Verdades que ferem - Parte 1/2

Já reparou naquelas entrevistas, quando é perguntado “qual seu homem ideal”, que a pseudo-atriz-modelo-promotora de eventos-capa peladona da revista, responde: “Que seja sincero, honesto, carinhoso, verdadeiro, criativo, interessante, bem sucedido...” e por aí vai. Já reparou na similaridade de todas as respostas? Talvez esta seria a sua também. Pelo menos seria a minha, se fosse mulher. No meu caso, respondo com a mão dentro da cueca: “uma que não me encha o saco”, mas o ponto é o mesmo, queremos algo que seja bom.
Continuando a entrevista, o repórter pergunta “como você se descreveria?”, e vem a resposta: “Me acho verdadeira, sincera, honesta, carinhosa, carente, criativa, ousada, interessante, decidida...” e por aí vai...
Fique alguns segundos refletindo sobre isso!!!! Ficou?(...) Tudo bem.

Não, irei falar sobre autoconhecimento, auto-aceitação nem automóvel.
O assunto é outro: tomar vergonha na cara.
O que tem a ver com a entrevista da gostosa? Já chego lá.
A humanidade é experiente. Milhares de anos na labuta, no batente. E como toda criança, tudo que é porcaria e coisa ruim, aprende primeiro e com mais facilidade.
Sabemos por experiência o que é bom. Sabemos que detestam racismo, que abominam mentira, que odeiam egoístas, arrogantes, metidos e falsos. Sabemos que adoram sinceridade, carinho, afeto, doçura, firmeza e verdade...
Então me expliquem: Onde estão essas pessoas “defeituosas”?
Se você é um preconceituoso racista, falso, egoísta, arrogante, filho da puta, se apresente!!!!
(o filho da puta, foi por minha conta!)
Claaaaaaaaaaro que não tem ninguém aqui assim. Mas o mundo está cheio, você vai dizer! Então cadê? Você é sincera. Ele ali é carinhoso. Eu aqui não sou egoísta. Então onde estão os “filhos-da-puta”?
Idolatramos a verdade como pura e sincera. Adoramos o que sabemos que é bom e por isso dizemos que somos verdadeiros. Alguns ainda se arriscam a dizer “na maior parte do tempo”.
“Somos quem podemos ser”? Negativo! Somos o que é mais fácil de ser.
Para deixar de ser uma BESTA, primeiro teria que usar o espelho ali debaixo e se apresentar: “Prazer, Besta!”, “Opa, claro, Besta Quadrada, o prazer é todo meu”.
Já imaginaram, na próxima revista de periquitas ao léu, a pseudo-aquilo-tudo dizendo “eu gosto de homens honestos e pouco ciumentos, apesar de eu ser absurdamente possessiva e infernizar a vida de todos os meus namorados, e controlar a vida deles, horários, ligações e vontades”... Seria o máximo! Eu colaria a entrevista na parede do meu quarto.
Acho que, por enquanto, a parede do meu quarto vai continuar em branco. Ainda estaremos ouvindo por aí “sou sincero, carinhoso, atencioso e companheiro”... enquanto o mundo desaba em mentira, estupidez, ausência e indiferença.
Não ajudaria mais a humanidade reconhecer que alguns “defeitos” são apenas defeitos e não há porque fugir deles ou negá-los?
Não ajudaria mais a humanidade não tratar quem erra como “filhos da puta”, e passar a aceitar os desvios com mais naturalidade a fim de permitir que as pessoas se reconheçam?
Então eu vou parar de xingar aqueles que sofrem do mesmo mal que eu e deixá-los mais à vontade para dizer “sou egoísta com minhas revistas”, sem que eu finja que fiquei chocado com aquela atrocidade e dê ares de que “condeno porque não sou”.
Está evidente: todo mundo tem! Mas, continuamos a mostrar apenas aquilo que julgamos bonito de mostrar (mesmo que não tenhamos nada de bonito de fato).
E todos continuamos com a péssima mania de acreditar nas mesmas mentiras que todos contam. Nos enganamos quanto ao que está dentro de nós, propositalmente. Nos enganamos com o que está dentro dos outros, apenas para que sirva ao que gostaríamos de ver por aí...
Afinal, você não casaria com o Haroldo, se soubesse que, ele passa tanto tempo pensando nele que mal dá atenção à esposa e os filhos. Ou é violento.
Ouvi dizer por aí que “para deixar de ser, basta reconhecer que é”.
Defeitos vistos com naturalidade... naturalmente corrigidos. Defeitos condenados, defeitos escondidos, ou como estamos acostumados: defeitos negados.
Você consegue enxergar seu próprio rabo?

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Carta Aberta à Indignação

Estou indignada!
Indignada com a Sra. Indignação. É, com o sentimento mesmo. E por isso vou tratá-la como pessoa, já que esta carta é sobre e para ela.
Você, Sra. Indignação, que representa o sentimento de cólera ou de desprezo excitado por uma afronta, uma ação vergonhosa, uma injustiça frisante... enfim, um sentimento de revolta. E em uma Democracia, o direito a sentir-Te, Sra. Indignação, é sagrado.
Você já foi grandiosa, motivou grandes feitos!
Foi através de você que surgiram grandes líderes. Grandes homens que te sentiram no mais puro do seu significado, e se rebelaram, e lutaram contra a afronta de um situação degradante de seu povo, e fizeram mudanças. Você, Sra. Indignação, estava lá quando as pessoas se revoltavam contra uma opressão ao coletivo.
Você, Sra. Indignação, deu o empurrão, a coragem que faltava para que houvesse união entre os fracos e estes tivessem voz e bravura para derrubarem monarcas, impérios, ditadores e sistemas.
Você, Sra. Indignação, já foi digna!
Quando as pessoas realmente te sentiam ao se confrontarem em situações onde outra pessoa, seu igual, estavam sendo maltrado, oprimido, ameaçado, e elas corriam ao auxílio, ao invés de se ocultarem no medo e na indiferença.
Você, Sra. Indignação, andava junto com a Solidariedade e com o Respeito, conhecia a Coragem e era amiga do Amor ao semelhante.
Foi-se o tempo em que você se manifestava contra todas as injustiças, sendo elas diretamente com aquele que a sofriam, ou vendo outras pessoas sofrendo por isso.
Onde está você hoje?
Deu as mãos para a Indiferença e o Egoísmo. Virou companheira da Vergonha e do Medo.
Ainda existe, mas não chega a ser a sombra do que um dia já foi.
Hoje se manifesta individualmente, olhando cada problema de forma pessoal, separada do coletivo. Se manifesta nas pessoas apenas quando a injustiça acontece diretamente com elas. Se a mesma injustiça acontecer com a pessoa ao lado, você já não aparece, Sra. Indiganção.

Limitou-se.
Não inspira mais sentimentos de mudanças. Tem medo de se manifestar em público e vergonha do que as outras pessoas pensarão se tiver uma demonstração da raiva. Isso porque as pessoas que te olharão, Sra. Indignação, também limitadas como são, não conseguem mais enxergar tua grandeza nesses atos, e sim, um ataque de loucura, e não te apoiam...
Tornou-se pequena, Sra. Indignação, como os sentimentos de Preocupação e Solidariedade do ser humano ao seu igual.
Brada sua revolta no conforto de sua casa, para ouvidos amigos, ganhando brigas e discussões imaginárias. Lembrando-se da situação com raiva, sim, com muita raiva, mas com a FRUSTAÇÃO de ter deixado passar o momento de manifestar-se.
Mediocre, essa é a palavra para você atualmente, Sra. Indignação.
Não inspira mais as pessoas a defenderem seus iguais, mesmo em situações ultrajantes, pois o problema não é com aquele que esta assistindo. Se fosse, você teria coragem de mostrar seu rosto, Sra. Indignação?

Estou indignada, Sra. Indignação. Com o ser humano.
Que conseguiu reduzir a um mero discurso no sofá da sala um sentimento que antes servia de estimulo para grandes atitudes.
Sem você, Sra. Indiganação, tornamo-nos apáticos aos acontecimentos, aceitamos as maiores atrocidades como se assim tivesse que ser. Engolimos violência, corrupção, banalização e o único que fazemos hoje é reclamar quando o problema bate a porta. E veja bem, RECLAMAR, sem tomar uma atitude. E isso quando bate à sua porta, porque se for na porta do vizinho, você, Sra. Indignação, já não é mais requisitada.
Uma pena, Sra. Indignação, que o ser humano tenha aprisionado um dos seus sentimentos mais dignos e altruístas. O sentimento que dava um tapa na Indiferença e motivava a mudança.

Triste, Sra. Indignação, como o ser humano se torna menos humano sem você por perto.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

AUTO isso AUTO aquilo!!



O não se conhecer é um fato normal existente entre todos os seres, o não buscar por este conhecimento também. Agora, pq não o fazem? O que atrapalharia esta busca?

Como diria alguém que prezo muito... Vou tentar ser breve no meu texto.

Todos confundem auto conhecimento com auto imagem, e é ai que entra o fato de achar que, o se conhecer poderia atrapalhar. E pq?
Auto imagem é aquela que criamos de nós mesmo diante de um espelho, é a imagem transfigurada e adaptada pela nossa mente, do que queremos ver.
Obvio que ver o que não nos agrada, não nos ajuda, com isso criamos os seres perfeitos aos NOSSOS conceitos e aos conceitos da SOCIEDADE. O veneno disso tudo é que hoje em dia mais pessoas no mundo se apresentam com a auto-imagem muito negativa, isso abala a auto-estima gerando assim um desequilibro emocional e no relacionamento entre pessoas. As pessoas com uma auto-imagem de “superioridade” costumam ser cegas em relação a sua realidade e têm sérias dificuldades de perceber as próprias falhas e identificar os seus equívocos. Normalmente são presunçosas e personalizam suas atitudes que serão consideradas “perfeitas” ou pelo menos “superiores”.
Isso é ocasionado pela falta de AUTO CONHECIMENTO, todo conhecimento adquirido de si monta e cria um ser capaz de perceber e sentir a realidade a sua volta e a que te compõe, e digo que não será a buscar por um conhecimento intelectual que lhe fará atingir auto conhecimento ideal.
Não confundam palavras e conceitos, conhecimento intelectual é a busca por conhecimentos gerais, do mundo onde vive, das coisas que ele compõe e que aqui habitam.
Auto conhecimento é o ato voluntário de dar-se a chance de saber o que navega dentro de si, entre sentimentos, toques, gostos, sensações, visões...
Pense assim, o homem só desconhece a verdade de si pq não se deixa conhecer.
Toda pessoa deve observar-se, dar sentidos aos pensamentos e principalmente buscar as características reais de sua personalidade. Deve se dar a chance de uma auto avaliação, sendo ela positiva ou não, uma avaliação estável e verdadeira é muito importante para a preservação da estima.
Esta avaliação o torna seguro de si, te faz assumir, sem medo, suas ações, sentimentos e suas relações. Todos podemos definir metas de superação de nossas dificuldades na área da superioridade ou inferioridade. Estas metas consistem na busca humilde do auto-conhecimento, o qual nos permite ver com clareza e de forma equilibrada os elementos positivos e negativos que compõem nossa personalidade. É muito importante estabelecer um elo entre o “ser” que você é e o “ser’ que você queria ser, não pode haver uma sobreposição dos dois, pois um ou outro se anulariam.
A realidade da avaliação deve fazê-lo entender que seu objetivo é alcançar o ser que você gostaria de ser, fazendo assim com que o ser que você é permaneça presente e consciente dentro de si, tornando-se coerente e realista de acordo com suas potencialidades.
O realismo irá lhe possibilitar ver aquilo que se é e tem por natureza, todo homem tem dons, gestos, tons e energias únicas. Entender que, como ser humano você esta sujeito a emoções e limitações, por este motivo pode vir a falhar. O falhar não é um erro, mas um caminho para a perfeição e deve ser encarado como tal, mas o se enganar com um “EU ME CONHEÇO”, pode não ter volta e nem concerto.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

EMA EMA - Que diferença isso faz?

Estavam discutindo em um labirinto de rochas, o “SIM” e o “NÃO”. O SIM queria seguir pela esquerda e o NÃO queria seguir pela direita. Discutiram muito. Até que foram surpreendidos por uma terceira figura. Esta chegou, passou por entre o SIM e NÃO, sem nem dizer olá, sentou-se bem no meio da bifurcação e acendeu um cigarro. Espantados, os dois que discutiam acabaram por seguir em silêncio, cada um o seu caminho.
A solidão, a ignorância e a inveja que hoje são muito fortes em nosso planeta, fazem com que as pessoas tenham a mania de achar que pouco podem interferir. Que dificilmente serão notadas, que o honesto sempre se dá mal e que só são escutadas quando gritam.
Estamos nos encontrando dentro de um redemoinho, que gira em círculos espirais para o fundo, onde qualquer um que mostre verdadeiramente o que sente, ou diz o que acredita, ou se incomoda de estar apenas girando, é considerado falso, oportunista e charlatão.
São incontáveis os livros, textos e músicas que reclamam da falta de atitude das pessoas. Da falta de coragem em falar, em mostrar o que sente... Vivemos num mundo onde nossos problemas são culpas do Sistema: do banco, do plano de saúde, da prefeitura, da polícia, da empresa, da instituição... às vezes ele também está “fora do ar”. Sentimos sempre que não temos a quem reclamar, que não somos ouvidos, que não somos considerados. Somos consumidos pelo nosso egoísmo, que só enxerga o mal que é feito diretamente a nós. Nossas vidas estão se tornando cada vez mais impessoais. Tão impessoais que, depois de destruir tudo que nos importa ao nosso redor, vamos destruindo o indivíduo. Até que não sobrará mais nada e não seremos capazes de sermos notados por nós mesmos. Nem gritando iremos nos escutar, nem nos ferindo iremos sentir...
Há centenas de anos decidimos tomar um veneno poderosíssimo. Um veneno que mata a crença. Que aniquila a força da pessoa. Que faz ela suar e sentir frio. Um veneno que cega e ensurdece. Um veneno a base de indiferença!
Não vou lhe dizer “acredite em você”. Nem lhe dizer “dez passos para o sucesso”. Muito menos vou lhe enganar com um “Segredo”. Você está envenenado e vai morrer disso. E a primeira coisa que provavelmente pensou foi: “se estou condenado, agora que vou seguir assim! Se todos fazem...”
Vou apenas lhe dizer que o mundo teria bem menos problemas, se você não pensasse que os problemas do mundo não são seus. O mundo teria menos problemas se eles fossem seus. Você teria no mínimo 6 bilhões de pessoas com o mesmo problema. Sabe o que é enfrentar um problema com 6 bilhões de aliados? Nem eu. Não me deram essa chance. Fui envenenado séculos atrás.
Sabia que hoje morreram muitas pessoas de fome no Quênia? E que mais monges tibetanos foram assassinados nas prisões chinesas? E que uma família inteira contraiu leishmaniose no Mato Grosso? E que a filha do seu vizinho pensa em se matar, porque não tem atenção dos pais? E mais pessoas morreram no Iraque por causa das bombas?
Nada disse é problema seu não é mesmo “Envenando”? Você tem contas para pagar, tem mais o que fazer. “Cada um com seus problemas” estava escrito no rótulo do veneno que tomou, não é mesmo?
Sabe por quê o “SIM” e o “NÃO” estavam discutindo naquele labirinto, sobre qual caminho deveriam seguir? Porque eles se importam um com o outro. Não queriam que um deles seguisse o caminho errado.
Sabe quem era a terceira figura que sentou e ascendeu um cigarro e que mesmo após todo esse tempo, continua lá, sentada, mesmo depois de terminado seu cigarrinho?
“A INDIFERENÇA”, você vai responder.
Está errado, paspalho.
Era você.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

O Egoísmo da Tristeza


Tristeza é um sentimento comum.
Todos nós temos momentos de tristeza, por um falecimento, por um término de relacionamento, por qualquer coisa errada que tenha ocorrido. Ficamos tristes com as perdas, até mesmo as materiais. Uns mais, outros menos.
É um momento ruim, mas devemos vivê-lo, entende-lo, aprender com ele e supera-lo. Para isso passamos por esses momentos, para evoluir.
E é difícil para qualquer um entender que até os sofrimentos tem sua razão de existir. Que escolhemos justamente passar por isso para crescer, como disse a Gisela no texto abaixo. É sempre nos momentos ruins que paramos para repensar nossa vida. Alguém já parou para pensar na vida quando tudo vai bem? Acho que não. E mesmo assim, não entendemos o motivo do sofrimento. E a tristeza é um deles.
Como já foi dito pelo Felipe, quando se esta triste, você muda, seu rosto denuncia a dor, e isso é reconhecido pela humanidade. Todos passam por momentos assim.
Acontece que quando ficamos tristes, todos ao nosso redor tornam-se automaticamente mais “solidários”, dão atenção, se preocupam, ajudam.
E vamos falar a verdade: é legal ser o centro das atenções.
Tudo bem ter o apoio de amigos e familiares, ajuda se sentir querido, mas não é a solução.
Apoio e atenção não são as soluções para superar a tristeza, e o que acontece é que o sentimento se camufla e continua lá. O carinho recebido esconde o sentimento de tristeza, e nós não descobrimos a fonte, e isso já foi comentado.
Mas, e quando a pessoa passa a gostar de todo esse carinho e atenção? E quando fica dependente desse apoio? E quando vicia em ser o centro das atenções? Afinal de contas, mesmo tendo pena da sua situação, todos estão preocupados com você, que esta triste e nem ao menos sabe o motivo.
Esse tipo de pessoa, que vive mais a carência do que a tristeza em si, passa a alimentar constantemente a fonte da sua tristeza, toda sua angústia, para continuar sendo paparicado.
E, a tristeza abre espaço para o egocentrismo e para o egoísmo, onde apenas ele, e somente seus problemas, devem ser motivos de pena, preocupação e atenção daqueles que o rodeiam.

Quem nunca teve aquele amigo que se faz de coitadinho? É isto.
Se colocar numa situação que mesmo sendo ruim por um lado, te dá alguma coisa em troca, neste caso, atenção.
E torna-se totalmente egoísta quando, não recebe nenhuma atenção de ninguém, e alimenta o sentimento como único companheiro, já que ninguém se importa, focando única e exclusivamente no sentimento, na dor, e não na causa para superá-lo. Vive o sentimento de forma inversa, sem tirar lição nenhuma dele, apenas se fechando na dor, onde tudo o que passa a importar é ele e o que ele sente. È como se, ao entender realmente a tristeza e deixa-la como uma lição, ficaria completamente sozinho.
Ter tristeza é natural do ser humano, vive-la constantemente é egoísmo, é querer chamar a atenção para si, e não se preocupar com as pessoas ao redor.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Às vezes tentamos enganar a nós mesmos. Por que fazemos isso?

Se, pensem comigo...

Acreditamos ser livres para pensar, para desejar e sentir o que bem entendemos, por que diabos nos enganamos?
O “se enganar” é uma prisão, construída à ausência de criticas. Como seres “livres” nós precisamos, antes de tudo, reconhecer a “prisão”, só haverá chances de libertação se todos perceberem que estão presos em si mesmo!!!

Vamos aos 10 Mandamentos para se tornarem não enganáveis:

1- O ser humano NÃO É UMA ENTIDADE INDEPENDENTE, com isso não faz sentido algum agirmos para beneficio próprio. Claro com isso acabo de colocá-los em conflito com a realidade. Pense assim, o individualismo nos leva a sérios problemas futuros, que são muito evidentes: sensação de isolamento, solidão, vazio e falta de ter um sentido pela vida ( principalmente para aqueles que chegam aos seus objetivos materiais)
2- Devemos ter claro em nossa mente que DESEJO e PRAZER são insaciáveis, quanto mais os obtemos, mais o queremos. Buscar por prazer como ponto Máximo de felicidade é terminantemente insustentável. O sofrimento faz parte de nós e deve ser sentido e vivido com toda sua essência. O prazer e o desejo devem ser desfrutados sim, mas, lembre-se: é uma corrida contra si mesmo, e seu resultado é o esgotamento de seu tempo de vida, descobrindo ao fim que não chegou a lugar algum.
3- O que alimenta o ser humano é: calor, bondade, compreensão, humildade, compartilhar, aceitar-se... e ai vai! Não há possibilidade alguma de comprarmos a felicidade (paz, tranqüilidade...). Ela não é vendida no shopping ou no mercado. O que nos torna felizes são os recursos internos que buscamos desenvolver para responder aos acontecimentos de nossa vida. Pense assim: um dado acontecimento, pode ter 2 interpretações para 2 pessoas, pode ser a alegria de uma e o desespero de outra.
4- A vida não é algo a ser explicado, mas sim vivido. O tempo gasto com teorias científicas só nos dará respostas e soluções para resolvermos problemas materiais. A ciência não é a visão do mundo e usá-la é um enorme erro.
5- Acumular-se de medo e colocar o aspecto econômico à frente, só irá esconder a situação de falta de confiança em si mesmo, no mundo e nos outros.
6- A religião. Como já falamos em textos anteriores, fanatismo, dogmas, intolerância, discriminação... Só irão sufocá-lo e cegá-lo a real experiência espiritual. Ninguém deve impor sua própria verdade ao ser ou ao mundo, isso é falta de respeito e só gera distância, violência e mágoas.
7- Nós somos as realidades a qual vivemos, e não podemos nos tornar os “rins” que filtram ou rejeitam o tudo que nos é ingerido. Melhor sermos os “pulmões” que aceitam até o que nos faz mal e assim aprender com eles.
8- O tudo a nossa volta inclui o HOMEM, e não deve ser colocado como adversário a nada, não somos adversário de Deus e da Natureza, somos uma totalidade e caminhamos juntos sempre. A divisão só nos levará a problemas existenciais e são dispensáveis aos seres do Mundo.
9- O buscar em todos os livros que falem sobre o amor e felicidade plena jamais te colocarão uma gota do que é viver a experiência vibrante e pura do “amor feliz” ao lado dos que te cercam. O sentido do “amor feliz” é ampliar nossos sentimentos internos, para assim experimentarmos continuamente toda a intensidade de estarmos VIVOS.
10- Não devemos evitar a vida, o evitá-la nos deixa próximos da “morte viva”. Nós criamos nosso mundo a partir do momento que deixamos nosso interior nos guiar.


Com estes 10 mandamentos, descobrimos que nos enganamos quando nos deixamos ser marionetes, acabando assim submetidos a uma teia de objetivos e padrões culturais, vivendo uma atmosfera que não foi criada por nós. O se enganar é se deixar levar pelo que a mente nos proporciona, e este é unicamente TOCADO e não SENTIDO.

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Pílulas para Ansiedade


A ansiedade não pode ser combatida com vitaminas, não existe academia, nem colo de mãe. Conheço três comprimidos fantásticos. Mas antes, o que é a ansiedade?
Ela é um transtorno criado pela mente cujo alimento que ela mais gosta é a sua paz de espírito. E sabe quem sempre prepara suas refeições?
Você, mané!
A ansiedade é um sentimento da mente que literalmente se alimenta de alma. Você pode sentir seu coração ficando cada vez mais consumido, apertado... muitas vezes, o coração não basta e consumimos as pontas dos dedos, cabelos, solas de sapato, até que não bastamos mais e passamos a alimentar nossa ansiedade com a paz de espírito dos outros.
(Primeiro comprimido) Não pense que ansiedade pode ser controlada com botões de ajuste. Ela pode ser entendida, e quando isso acontece, começa a deixar de existir.
Normalmente não nos damos conta de nossa ansiedade nos primeiros momentos. Depois que ela nasce e começa a comer... já foi. Entendê-la permite que você anteveja momentos e situações em que ela provavelmente vai pedir comida: um telefonema importante, um encontro marcado, uma resposta de emprego, a chegada das férias, o resultado de um concurso, um e-mail, um acontecimento, um pagamento, a chegada de alguém, um beijo...
Poderia passar o texto todo listando meus momentos, mas você deve conhecer os “seus”!!!
A ansiedade é a angústia de não se ter o controle. É a sensação de vazio que a falta de controle sobre uma situação te atinge. Quando se vê não sendo capaz de atender suas expectativas e desejos, começando a depender das ações de outros ou simplesmente do girar da roda da vida, isso é indício de que, além de ser uma pessoa que não se permite viver sem esquemas e métodos, você não sabe viver sem a ilusão de ter algum controle.
(Segundo comprimido) Acorda. Se liga. Abre o olho, cabeção! Você não tem absolutamente nenhum controle sobre as coisas e pessoas. Seu único controle é sobre algumas de suas ações. Você controla sua maneira de pensar, de agir e se expressar. E isso é o bastante. Quando se der conta disso: “que a bola não está o tempo todo no seu pé” começará a usar sua cuca para procurar o melhor lugar no campo para “recebê-la de volta”, e não se desesperar porque a vida não te passa a bola! Não tem como você impedir uma mentira, um atraso, uma mancada, contratarem outra pessoa, fazer que alguém decida agir decentemente ou te escrever um e-mail, ou te atender, ou fazer algo que a outra pessoa não queira ou simplesmente você não mereça...não temos esse controle e a ansiedade te consome porque você simplesmente não consegue aceitar isso.
(Terceiro Comprimido) Você provavelmente acredita que é lutando que se conquista as coisas. Que quando queremos muito algo e fazemos por merecer, essa coisa acontece. Que o destino e o universo sempre “conspiram a seu favor” quando se está no caminho certo. Pois bem, é verdade. Agora outra verdade que talvez você ignore, seja que a vida, o destino e o universo têm saco. Isso mesmo, eles tem sacos. Você quer muito que te liguem com a resposta da entrevista, então você fica o dia todo cutucando a vida, o destino e o universo “e aí, vão me ligar?”... “e aí, o que acha? Vão me ligar né?”... “olha ainda não me ligaram”... “viu, Seu Universo, até agora nada, toca telefone, toca telefone, toca telefone”...
Se é a sua crença, seus esforços e seu merecimento que irão fazer a roda girar... porque o tempo todo você fica com essa ansiedade interrompendo o “motorista” que, acreditem, está muito a fim de acelerar a coisa????? Como você reage quando alguém lhe cutuca de 5 em 5 minutos para te entopir de duvidas, anseios e angustias? É... isso mesmo!!! Então aprenda essa: Ansiedade gerada por expectativa demais atrapalha mais que tudo!!!!
Com esses três comprimidos, diários, você consegue combater sua ansiedade. Permitindo que o motorista “das coisas” consiga dirigir em paz, sem interrupções. Você não desconta todo esse desespero nas pessoas ao seu redor, preocupadas com sua ansiedade, e se dá a chance de, quem sabe, matar esse monstro de fome e fazer crescer a sua voz da alma, suas unhas e sua paz de espírito.Sem controle, sem ansiedade, sem ilusão e com acontecimentos. Como deve ser a vida.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Incentivo ou Motivação?

Tem dia que simplesmente não dá.
Não dá para encarar acordar cedo, trabalhar, estudar.
O desânimo bate de tal forma que tudo o que você deseja é que este dia passe num piscar de olhos.
Você gosta do seu trabalho, adora ir para a faculdade ou para o curso. O que acontece então?
Um dia ou outro, pode não ser nada, ser cansaço ou aquela preguiça num dia mais frio. Mas, e quando o desânimo torna-se freqüente?
Não é de tristeza e depressão que estamos falando. Não da falta de ânimo de ver amigos ou curtir um cinema, mas daquele desânimo das “obrigações”.
Pode ser falta de perspectiva, falta de elogios no trabalho, falta de afinidade com colegas, com professores, falta de reconhecimento.

O ser humano esta sendo movido a incentivo.
Mas, será que temos sempre que ter incentivo para tudo?
O certo é ter “motivos”.
Motivos, metas para fazer as coisas.
Motivos para enfrentar tudo durante um dia de trabalho e ainda agüentar passar meia noite na faculdade. Motivos para seguir em frente, motivos para a batalha do dia-a-dia.
E os motivos, não podem ser dados.
Fala-se muito em “motivação” e confunde-se motivação com incentivo.
Incentivo vem de fora, é um prêmio, o que você pode ganhar se fizer tal tarefa, se cumprir sua obrigação. Pode ser um aumento de salário, uma promoção, um emprego no final da faculdade.
Motivação vem de dentro, vem da vontade de fazer aquilo, no prazer que te proporciona, na realização de ver tudo concluído, na satisfação de alcançar a meta.
A motivação é você quem faz.




Mas como sempre é mais fácil olhar para fora e procurar e apontar o culpado, nós colocamos as desculpas de nosso desânimo sobre a empresa, o trabalho, a faculdade, as pessoas.
Difícil ver que a causa de tudo provavelmente esta dentro de você. Que para ter um aumento de salário, você passa por cima das suas vontades, suporta um emprego que te aborrece e atropela quem for pelo prêmio do aumento do salário, mas não necessariamente isto te fará realizado.
A mesma coisa na faculdade, nos relacionamentos, na família. Em todo lugar falamos que precisamos ser incentivados.
Na verdade, precisamos mudar o foco e procurar nossos motivos, nossas metas.
Sabendo disso, fica mais fácil decidir se tudo o que você faz hoje vale a pena ou se você está perdido em obrigações que poderiam muito bem ser prazer na sua vida.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Tristeza


Algo acontece. Sempre há algo acontecendo, mesmo quando estamos entediados por nada acontecer. De repente, ao analisarmos as situações, as relações, percebemos que não estão como gostaríamos que estivessem. Ouvimos palavras que não eram as que gostaríamos de ouvir. Muitas vezes nem esperávamos ouví-las. Temos nossa percepção do mundo e das coisas abaladas pelas nossas atitudes ou, normalmente, pelas dos outros. Perdemos alguma coisa que não gostaríamos de perder, ou pior, não imaginávamos que gostávamos tanto a ponto de perde-la. Chamam isso de vazio.
Algo acontece com nosso rosto. Parece que nesse momento todos começam a perceber, afinal, é algo que toda a humanidade conhece. Ainda que não saibamos de onde vem ou negamos de onde venha. Não é melhor alimentar a angústia quando se pode descobrir em que vaso ela está germinando. Normalmente descobriremos não ser vaso algum, que não algum que inventamos. Outras vezes matamos essa erva daninha simplesmente aceitando que ela germinou.
No fundo, é uma mistura de impotência com contrariedade e desilusão. Algo acontece e não é o que você queria. Não é o que queria ouvir, nem a imagem que queria ver... Há quem goste de viver assim para justificar o medo de descobrir alguma coisa nova e ter que lidar com sentimentos como a esperança, o desejo, o sonho. Há quem deseja ficar onde está do que acabar voltando para este mesmo lugar por acreditar na esperança. Há quem acredita que vai passar... E sempre passa. Passa sempre. Basta querer. A cura vem de você.
Não importa o que aconteça dentro de você, não plante sua semente no vaso de ninguém.
Não coloque sobre os ombros de ninguém a responsabilidade de se encontrar e se reerguer.
Algo sempre muda. Como leite no copo de vinho. Como água no tanque de gasolina. Dinamite no hot-dog.
É só ausência de alegria. Desgosto, consternação, melancolia e aflição...
Me acredite, sempre passa.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Máscara do moralismo

A sociedade vive com a máscara do falso moralismo.
Estamos sempre nos policiando para enquadrarmo-nos àquilo que as pessoas ao redor tem como correto, justo, moralmente aceitável. Seja com base em uma religião, regras e leis ou de ambos.
Algumas sociedades, grupos ou colônias têm enraizadas algumas regras de conduta, moral e bons costumes, que reprimem, oprimem, controlam aqueles que ali vivem, sem deixar espaço para a manifestação individual de seus limites, valores e liberdade.
Fazendo ligação com o tema da rejeição, as pessoas convivem nesse lugar acabam oprimindo seus desejos, vontades, discernimento do certo ou errado de acordo com sua moral e acatam o que lhes é imposto.
Vivem num constante estado de frustração, reprimidos, confusos e com conflitos internos entre seus limites e os da sociedade.



Quando esse pessoal reprimido sai do ambiente comum, vemos a verdadeira personalidade e o que todas essas regras fazem com a individualidade.
A máscara do moralismo cai, e a pessoa se entrega a tudo o que vinha reprimindo sem limites e sem controles. Por estar tanto tempo aprisionado, quando é libertado, perdem-se os limites de certo e errado, bem e mal.
O falso moralista julga, mas faz escondido. Sente inveja daqueles que tem liberdade e critica. Quer fazer, quer ter controle sobre suas decisões, mas tem medo.



E se perde. Não consegue construir seus limites, não consegue estabelecer seus critérios, não sabe distinguir se não lhe for dito.
Por isso explode, uma hora tudo isso se liberta, e a pessoa não tem discernimento para se libertar apenas da repressão e estabelecer seus limites morais. A pessoa acaba extrapolando todos os limites, os impostos e os próprios que estão perdidos nessa confusão interna.
Por isso é tão comum vermos pessoas que, por exemplo, ao saírem de férias se transformam e fazem coisas insanas, totalmente fora do seu dia a dia, da sua personalidade. Ou casos onde a pessoa se revolta contra tudo aquilo que a oprime e vemos esses ataques suicidas em escolas, supermercados, etc.



Viver nesse estado de uma falsa moral é enganar seu ser em todos os sentidos, é julgar por inveja. É viver com medo de viver, pois se engana que ao cumprir todas as regras, não erra e não sofre. Não será julgado e será aceito.
Em todo lugar existem regras, regras comuns a uma sociedade. Regras de conduta devem estar de acordo com aquilo que cada ser acredita, o que cada um acha ético, justo. Difícil de ser mensurado, individual demais para ser compartilhado.
Viver baixo esta máscara é não viver, não aprender, não se conhecer.
Saudável é aprender o que é certo e errado, quais seus limites disso, viver seguindo sua moral e aceitar os limites das pessoas que convivem com você.



quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Escudo ou espada Invisível???!!!



A meu ver não existe um tema mais importante que esse, no quesito comportamento humano, relação social e melhoria da vida coletiva!!!!
Sabe qual é o Tema???? A Agressividade...

Para uns a defesa, para outros o descontrole, para outros falta de terapia...Seja lá qual for a desculpa, a agressividade é na verdade uma tendência completamente destrutiva. Lembre-se que a agressividade é vista hoje em dia como um ato violento, mas não é, ela se expressa como forma de ataque verbal e este atinge mais que a violência em si.
A Agressividade é um fenômeno comum no nosso cotidiano, a pessoa agressiva é aquela que reage a todo acontecimento como se fosse uma prova, contenda ou disputa na sua concepção mental.
O que reina em uma pessoa agressiva é a competição, isso vindo desde pequeno, onde a pessoa se esforça ao máximo para não ter que vivenciar a exclusão. A critica sempre é devastadora para pessoas agressivas. Muitas vezes também o agressivo é considerado, erroneamente, como o autentico de um grupo, mas na verdade o que o agressivo tem é uma precipitação de reações aos sentimentos.

Em uma sociedade totalmente competitiva como a nossa, toda e qualquer resposta caminha para à agressão, por conta da leitura de que alguém está invadindo seu espaço. A conseqüência, do suposto “ataque” é, não apenas enfrentar suas conseqüências ou efeitos, mas também saber lidar com a culpa resultante do processo.

Como e quais seriam os aspectos positivos da agressividade?
1 – Serve para uma reflexão profunda, te levando assim a pensar em que tipo de reação será necessária.
2 – Expor os reais aborrecimentos ou sentimentos alimentados, perante a pessoa ou grupo.

Com isso o problema agora será a dosagem de agressividade a ser usada. Nisso entramos na tal autenticidade, ela não implica necessariamente em rigidez, voz elevada ou extrema ansiedade.
Numa situação desta a pessoa sempre perde o controle. Mas o que o leva a chegar ao total descontrole e ao ataque agressivo? O conhecido “complexo de inferioridade”, fazendo assim com que a pessoa defina sentimentos e pensamentos depreciativos para si mesma, tem a certeza de que não é uma pessoa com poder de carisma em um grupo...
Quem sofre do complexo de inferioridade convive desde sua infância com uma certeza mórbida de que sempre é a última a ser lembrada ou requisitada para algo especial. A conseqüência disso leva a pessoa ao desenvolvimento de uma personalidade tímida e retraída, e numa situação social não sente nenhuma potência humana vinda de si, gerando ai a raiva, ódio... Irmãs da Agressividade.
Para esta pessoa, é como se na presença de outras pessoas se sentisse completamente anulada, e ai o ódio e raiva citados acima, conseqüentemente vão sendo expelidos em forma de agressividade.
A agressividade remonta a dificuldade de se lidar com o sentido mais profundo da vida, fazendo assim com que a posse e o apego, por exemplo, sejam forças direcionadas para um prazer metafísico de acúmulo ou continuidade do ego, o que contraria a essência de nossa vida.

A agressividade se alia constantemente com a inveja. A inveja cria uma constante necessidade de fuga da situação dolorosa de se comparar e se sentir inferiorizado, fazendo assim com que a pessoa parta para o ataque. A agressividade é conseqüência de uma política interna criada pelo ser humano, dirigida a esconder todos os sentimentos ou emoções negativas do tipo: cobiça, ódio, avareza e a inveja citada. A agressão então se transforma na resposta fisiológica do silêncio imposto pela sociedade. Torna-se ainda um tipo de distração e fuga do tédio e rotina que assolam a pessoa. Jamais haverá cura para a agressão individual se não lidarmos com todos os mecanismos que geram a hipocrisia nas relações. E principalmente se o ser humano, não buscar urgentemente uma forma “sua” de se conhecer e se aceitar, pelo o que é e pelo que foi criado. Ainda falaremos mais sobre esse estranho comportamento Humano!!!

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Destrinchando Conselhos

Estou sentindo uma grande necessidade de escrever algo aqui no Blog (Bostar no Plog – como eu diria), mas tenho dúvidas sobre o que eu falo. Sinto que poderia escrever sobre esse assunto ou aquele, mas também sei que tal assunto é muito mais popular... fiquei confuso, preciso de CONSELHOS!!!
O que é um conselho se não uma representação verbal do que alguém faria se esta estivesse posicionada no lugar ilusório criado por outra pessoa? Afff... diga de novo que não entendi nada.
O Conselho é um organismo estranho que acompanha o ser humano há tempos. Ele pode ser dividido em 4 etapas, que são elas:
1- Confusão ou Dúvida: como todos nós, seres humanos, temos o péssimo hábito de NÃO escutar a voz da alma, e temos verdadeira paixão por pensar demais (muito além do necessário), somos constantemente assolados pela dúvida. Do vestido ao divórcio, sempre somos tomados pela dúvida;
2- Desabafo e Consulta: ao acreditarmos sermos incapazes de decidir, buscamos desabafar com outrem afim de, ao verbalizar, tentar achar uma solução. Assim a pessoa escuta o que tem pra dizer e nos leva a próxima etapa;
3- Analise e Opinião: escutando seu relato, a pessoa em questão analisa os fatores expostos por você, enxerga a situação por um outro panorama e dá a própria opinião sobre o assunto;
4- Julgamento e Aplicação: você recebe a opinião da pessoa, julga se realmente condiz com sua situação (pular da ponte nunca é alternativa correta) e decide se aplica a opinião dada em sua situação ou não. Fim
“se conselho fosse bom, seria vendido” – Porque a ignorada sabedoria popular afirma isso?
O Conselho é uma idéia muito boa. Quanto mais conselhos, mais formas distintas de se ver a vida... Por que conselhos não são bons???
Resposta: Porque das etapas acima, o ser humano só segue a primeira!
1- Confusão ou Dúvida: se fossemos mais humildes para reconhecer que não escutamos a voz de nossa alma, só dizemos para os outros que sim... Se realmente a ouvíssemos, não teríamos dúvidas... não por muito tempo;
2- Desabafo e Consulta: se fossemos mais humildes para reconhecer que não somos honestos conosco o tanto que não somos honestos com os outros, saberíamos transmitir a alguém nossos verdadeiros erros, medos, sentimentos e defeitos. Conheceríamos nossa verdade. Não seríamos mentirosos e parciais ao desabafar uma situação – que como todas – tem muito mais lados que somente o nosso;
3- Análise e Opinião: se fossemos mais humildes para reconhecer que não sabemos enxergar os múltiplos lados da vida, poderíamos lhe dizer com propósito que não somos capazes de opinar em sua vida, pois também erramos às vezes. Teríamos toda cautela em explicar a partir de nossas experiências e erros de vida, com o cuidado de demonstrar apenas que existe solução, mas que a busca por ela é pessoal;
4- Julgamento e Aplicação: se fossemos mais humildes para reconhecer que não basta o que nos digam, estamos recolhendo conselhos até que algum deles coincida com a nossa própria e distorcida opinião, e que não temos coragem nem humildade de assumirmos o que sentimos ser certo, se aquilo, por um segundo, ferir nossos interesses mais mundanos e que vamos acabar achando uma justificativa para fazermos o que já queríamos mesmo, lá no fundo... no fundo do intestino, não do coração... aprenderíamos muito mais com o que ouvimos dos outros e enxergaríamos muito mais nossa posição dentro da própria existência... pediríamos menos desculpas e perdoaríamos muito mais, dormiríamos melhor e viveríamos mais satisfeitos com nossa verdadeira verdade.
“Ontem gastei minha opinião comprando conselhos, mas na verdade eu ainda não sei se teria coragem ou não. Fico buscando alguém que concorde com o que eu quero, porque nem mesmo eu estou sendo capaz de me convencer (...)”

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Rejeição

Ser humano tem medo de rejeição.
Não suporta a idéia de não ser aceito por outra pessoa, ou por um grupo de pessoas.
Não consegue lidar com o golpe na estima e no ego de que existem pessoas que simplesmente não tem afinidade, que não existe uma ligação.
Nós acabamos passando por cima de vontades e valores, mudamos atitudes e pensamentos apenas para sermos aceitos em um grupo de pessoas nas quais acreditamos que podem fazer alguma diferença na nossa vida.
Idealizamos uma vida melhor se fizermos parte de um grupo, que acreditamos serem exemplos de sucesso, vida bem sucedida, seres invejados e desejados.
Nós mudamos, nos anulamos, bajulamos essas pessoas para sermos aceitos.
Não conseguimos ficar sozinhos e também não queremos ficar com pessoas que os outros classificam como feios, desajeitados ou fracassados, independente do que cada individuo veja nessas pessoas. “Como vou ficar com esse bando de nerds??? Nunca, vou ser classificado como tal!” Esse é um pensamento comum, por mais que a pessoa que pense isso veja que o “nerd” é simpático, legal e atencioso com ela, citando apenas um exemplo.
Se por um lado existe o medo da rejeição, do ser classificado, do ser ignorado, por outro existe o preconceito, a arrogância e o medo.
Quando conseguimos nos encaixar, automaticamente esquecemos o que passávamos quando queríamos ser aceitos e passávamos a ter as atitudes do grupo, discriminado, ignorando e humilhando quem não fizesse parte.
Arrogância de realmente acreditar que o “ser aceito” é um carimbo de vida superior, de ser humano superior, de ser alguém neste mundo, e tratando com desdém toda e qualquer pessoa que não faça parte dessa bolha.
Medo de notarem que tudo aquilo é uma farsa, uma máscara vestida para sermos admirados, notados, desejados.
No fundo, queremos fazer parte de um todo, e passarmos despercebidos na multidão. Fazer parte do grupo é fazer parte de um rebanho, e como já dito pelo Felipe, o rebanho não tem voz, não tem vontade, tem um líder.
A rejeição trás consigo o medo, a baixa estima, a descrença, assim também como a prepotência, a arrogância e a intolerância.
A vontade de ser igual anula sua identidade, esmaga seus valores e destrói sua personalidade e auto estima.
O medo da rejeição só vai acabar quando o ser humano entender que as pessoas são diferentes, com vontades, pensamentos e valores diferentes, e nem por isso melhores ou piores e sim iguais na importância, mas não idênticos como seres.
Só acaba quando deixar de ser importante vestir a máscara das atitudes e personalidades que são aceitáveis para um todo e não para você, e o ser humano respeitar as diferenças que tornam cada um, único.